Universidade de Brasília Brasília, 27 de Julho de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS - PROFÁGUA (PROFISSIONAL) (11.01.29.20)
Código: PROFAGU0014
Nome: CÓDIGO FLORESTAL E RECURSOS HÍDRICOS
Carga Horária Teórica: 30 h.
Carga Horária Prática: 15 h.
Carga Horária Total: 45 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa: EMENTA:1. As áreas especialmente protegidas: definição e objetivos2. As áreas especialmente protegidas no contexto da Política Nacional do Meio Ambiente e da PolíticaNacional de Recursos Hídricos3. Modalidades de áreas especialmente protegidas no Brasil4. Elementos de análise de paisagem aplicados à gestão de áreas protegidas5. Histórico da legislação brasileira aplicada às áreas protegidas6. Áreas de Preservação Permanente (APP): localização, funções, possibilidades de utilização7. Reservas Legais (RL): critérios para localização, funções, possibilidades de utilização8. Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Plano de Recuperação Ambiental (PRA)9. Instrumentos de incentivo econômico (compensação de RL, certificações, pagamento por serviçosambientais).
Referências: BIBLIOGRAFIA BÁSICAANDRADE, D. C. FASIABEN, M. C. R. (2009). A utilização dos instrumentos de política ambientalpara a preservação do meio ambiente: o caso dos pagamentos por serviços ecossistêmicos. In: VIIIEncontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica. Cuiabá. Anais do VIII Encontro daSociedade Brasileira de Economia Ecológica, 2009.EUROPARC-España. (2010). Mecanismos financeiros innovadores para la conservación de labiodiversidad. Madrid: Ed. FUNGOBE.MARQUES, E. M. RANIERI, V. E. L. (2012). Determinantes da decisão de manter áreas protegidasem terras privadas: o caso das reservas legais do Estado de São Paulo. Ambiente e Sociedade[online], v. 15, n.1, p. 131-145.PROGRAMA DA DISCIPLINA2MARTINELLI, L. A. et al. (2010). A falsa dicotomia entre a preservação da vegetação natural e aprodução agropecuária. Biota Neotropica, v. 10, n. 4. Disponível em:http://www.biotaneotropica.org.br/v10n4/pt/abstract?point-of-view+bn00110042010 MEDEIROS,R. YOUNG C.E.F. PAVESE, H. B. ARAÚJO, F. F. S. (2011). Contribuição das unidades deconservação brasileiras para a economia nacional: Sumário Executivo. Brasília: UNEP-WCMC. 44p.METZGER, J. P. (2010). O Código Florestal tem base científica? Natureza & Conservação, v.8, n.1. p.92-99.RANIERI, V. E. L. MORETTO, E. M. (2012). Áreas protegidas: por que precisamos delas? In.:CALIJURI, M. C. CUNHA, D. G. F. Engenharia Ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. São Paulo:Elsevier, 2012, v. , p. 717-740.SILVA, J. A. A. NOBRE, A. D. MANZATTO, C. V. JOLY, C. A. RODRIGUES, R. R.SKORUPA, L. A. NOBRE, C. A. AHRENS, S. MAY, P. H. SÁ, T. D. A. CUNHA, M. C. RECHFILHO, E. L. (2011). O Código Florestal e a Ciência: contribuições para o diálogo. ISBN 978-85-86957-16-1, São Paulo: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SPBC Academia Brasileira deCiências, ABC. 124 p.ZAKIA, M. J PINTO, L. F. G. (2013). Guia para aplicação da nova lei em propriedades rurais.Piracicaba, SP: Imaflora. Disponível em: .
Currículos
Código Ano.Período de Implementação Matriz Curricular Obrigatória Período Ativo
973/1 2018.2 GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS/PROFÁGUA - Mestrado - Presencial Não 0 Sim
981/1 2018.2 GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS/PROFÁGUA - Mestrado - Presencial Não 0 Sim

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