O projeto propõe a integração da Licenciatura em Educação do Campo às políticas de cuidado com todas as formas de vida nos territórios de inserção dos(as) estudantes, articulando princípios agroecológicos milenares e o pensamento freiriano como fundamentos teórico-metodológicos. Por meio de processos formativos dialógicos envolvendo corpo discente, docente e comunidades, busca desvelar e analisar criticamente as concepções e teorias implícitas nas práticas pedagógicas, nas relações sociais e nas formas de liderança, com vistas à superação de contradições e à construção de paradigmas emancipadores. A iniciativa prevê a realização de atividades com crianças, jovens e adultos, orientadas pela agroecologia como base para a produção de alimentos saudáveis, fortalecendo a soberania e a segurança alimentar em perspectiva ecossocialista. Vinculado à Cátedra Vivenciar Paulo Freire e demais Práxis Emancipatórias da FUP, o projeto reafirma o compromisso com uma práxis educativa transformadora, socialmente referenciada e comprometida com o cuidado integral da vida.
Estudantes, técnicos (as) e professores (as)
Educadoras (es) das escolas públicas, técnicos(as) das escolas, secretarias municipais de educação, lideranças comunitárias, movimentos sociais, sindicais, associações, crianças e jovens.
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