Banca de DEFESA: ANTONIO LISBOA SANTOS SILVA JÚNIOR

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ANTONIO LISBOA SANTOS SILVA JÚNIOR
DATA : 02/02/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de Defesas do IREL
TÍTULO:

ESCREVIVÊNCIAS DO PESQUISADOR-PROFESSOR: POLÍTICAS LINGUÍSTICAS NAS PRÁXIOLOGIAS DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA PARA SURDOS


PALAVRAS-CHAVES:

Escrevivência; Políticas Linguísticas; Educação de Surdos.


PÁGINAS: 160
RESUMO:

Este trabalho de doutorado apresenta uma escrevivência do pesquisador-professor desta tese para que seja feita uma análise acerca de como as atuais Políticas Linguísticas que tratam sobre a educação de surdos no Brasil afetam as praxiologias pedagógicas dos professores de Língua Inglesa na cidade de Boa Vista – RR. Para isso, conta-se com algumas perspectivas teóricas. Primeiramente, faz-se um percurso histórico sobre o surdo no mundo de forma macro, partindo da Idade Média até o século XXI, chegando à forma micro, na cidade de Boa Vista. Em relação as Políticas Linguísticas, toma-se os olhares de Carlos Skliar (1996) e Rajagopalan (2013), pois enxerga-se a perspectiva de que os surdos que devem ser consultados e fazerem parte da elaboração das políticas que beneficiarão a eles próprios. As PLs observadas são documentos (leis e decretos) brasileiros que são utilizados como objetos de pesquisa. Para colaborar com a construção histórica do pesquisador-professor, foi realizada uma entrevista semiestruturada com duas pessoas de minha família, protagonistas da pesquisa, que são minha mãe e minha irmã. Elas colaboram para a rememoração do meu primeiro contato com surdo enquanto eu era criança. Em seguida, relato as experiências, por meio da autobiografia, que tive ao longo do caminho com surdos, destacando-se dois momentos. O primeiro relaciona-se a minha experiência no Ensino Médio, e o segundo momento é quando tive que lecionar inglês em uma turma que tinha um surdo presente. Apresento como as fragilidades dos documentos oficiais brasileiros afetaram as minhas praxiologias como professor tanto em espaços educacionais públicos e privados. Conclui-se que mesmo após tantos estudos e conquistas concretizadas em relação a formação de surdos, ainda temos entraves importantes a serem vencidos para que de fato tenhamos um país que realmente inclui, e que a prática da escrevivência pode ajudar nos registros de micro praxiologias de professores que ensinam surdo, podendo contribuir com outros profissionais da educação que procuram outras experiências para aprender e utilizar em suas praxiologias.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ALAN RICARDO COSTA - UFRR
Presidente - 1713830 - KLEBER APARECIDO DA SILVA
Externo à Instituição - LEONARDO NEVES CORREA - UFMG
Externa à Instituição - ROSINDA DE CASTRO GUERRA RAMOS - PUC - SP
Interna - 1766155 - ROSINEIDE MAGALHAES DE SOUSA
Notícia cadastrada em: 22/01/2026 14:26
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