Banca de QUALIFICAÇÃO: IAGO CAMARGO CARVALHO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : IAGO CAMARGO CARVALHO
DATA : 24/10/2026
HORA: 14:00
LOCAL: PGAP
TÍTULO:

GESTÃO DE RISCOS APLICADA À FUNDAÇÃO CAPES: FATORES FACILITADORES E DIFICULTADORES PARA UMA INSTITUCIONALIZAÇÃO EFETIVA


PALAVRAS-CHAVES:

Administração pública; Gestão de riscos; institucionalização; CAPES.


PÁGINAS: 47
RESUMO:

Dentre os conceitos abordados pela teoria institucional, os processos de institucionalização de práticas merecem destaque. Tolbert e Zucker (1999) dividem os estágios de institucionalização de acordo com três processos contínuos: habitualização, objetivação e sedimentação. Esse último ocorre quando a prática é objetivada e perpetuada na organização, resultando assim na institucionalização total. Em conformidade com o movimento de reforma gerencial e com a teoria da agência, as organizações públicas têm implementado uma série de mecanismos de governança para garantir a transparência, aumentar a legitimidade e otimizar a eficiência. Porém, a literatura aponta que tais instituições podem, muitas vezes, priorizar a legitimidade institucional em detrimento da real aplicabilidade da prática (Peci, 2006). A gestão de riscos institucional é um desses mecanismos e tem o potencial de gerar diversos benefícios às organizações que a implementam se realizada de acordo com os normativos e frameworks especializados (Ávila, 2016; COSO, 2017; Oliveira et al., 2020; Araújo e Gomes, 2021). No âmbito da fundação CAPES, essa ferramenta está sendo adotada e os primeiros objetos de levantamento de riscos estão sendo estudados. Dessa forma, o objetivo geral da pesquisa é identificar os fatores necessários para a administração pública institucionalizar o mecanismo da gestão de riscos de forma efetiva e os específicos são: identificar os fatores que influenciam a institucionalização da gestão de riscos institucional em organizações públicas; identificar se os fatores que influenciam a institucionalização da gestão de riscos institucional em organizações públicas estão presentes na CAPES; analisar a efetividade dos processos de institucionalização da gestão de riscos nas organizações públicas, de acordo com Tolbert e Zucker (1999); e criar uma minuta de revisão da política de gestão de riscos que considere os fatores necessários para institucionalização efetiva do mecanismo na CAPES. Esse último objetivo específico será o produto técnico tecnológico (PTT) a ser desenvolvido. A fundação engloba o corpus deste estudo que será composto pelas respostas de entrevistas semiestruturadas realizadas com gestores, servidores e colaboradores e pela coleta documental a ser feita com os normativos relacionados à gestão de riscos na CAPES e as atas das oficinas de levantamento de riscos. Após coletados, os dados serão categorizados e analisados a partir das técnicas d a análise de conteúdo (Bardin, 2016). Com esse procedimento, será possível indicar se os fatores destacados na literatura como facilitadores da institucionalização da gestão de riscos estão ou não presentes na CAPES. Posteriormente, a partir dos resultados desses procedimentos, pretende-se classificar em que passo está a institucionalização da gestão de riscos na CAPES e apontar recomendações para que visem a efetividade da institucionalização.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2518430 - ADALMIR DE OLIVEIRA GOMES
Presidente - 1309770 - CAIO CESAR DE MEDEIROS COSTA
Externa à Instituição - KARINA FURTADO RODRIGUES - ECEME
Interno - 2209672 - PAULO RICARDO DA COSTA REIS
Notícia cadastrada em: 19/09/2026 18:41
SIGAA | Secretaria de Tecnologia da Informação - STI - (61) 3107-0102 | Copyright © 2006-2026 - UFRN - app32.sigaa32