Banca de DEFESA: Carlos Eduardo de Azevedo

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : Carlos Eduardo de Azevedo
DATA : 18/09/2026
HORA: 14:00
LOCAL: PPGA
TÍTULO:

Coalizões e Relações de Agência na Política de Defesa Nacional do Brasil: uma articulação entre o Advocacy Coalition Framework e a Teoria da Agência


PALAVRAS-CHAVES:

Teoria da Agência, Advocacy Coalition Framework (ACF), coordenação de coalizões de defesa, Política de Defesa Nacional e Relações Civis-Militares


PÁGINAS: 242
RESUMO:

Esta pesquisa investiga como militares e lideranças políticas coordenam suas ações nas coalizões do subsistema de Política de Defesa Nacional do Brasil, utilizando a Teoria da Agência e o Advocacy Coalition Framework (ACF). Adotou-se um desenho de métodos mistos, de caráter exploratório e descritivo, com predominância qualitativa. A pesquisa parte do pressuposto de que o processo de formulação de políticas envolve diversos atores com interesses diversos e assimetrias informacionais, o que pode gerar desafios para a coordenação das coalizões. A Teoria da Agência oferece um arcabouço para analisar a relação entre principais e agentes que atuam nas coalizões. O ACF enfatiza o papel das coalizões de defesa, identificando a influência das crenças, dos recursos e da relação dos atores políticos na definição da política pública. Ao articular essas abordagens, a pesquisa propôs avaliar como atores políticos numa relação principal-agente podem se coordenar em coalizões, mesmo existindo a possibilidade de objetivos diferentes; como o monitoramento e controle podem auxiliar na coordenação de coalizões otimizando a utilização de recursos; e como a incorporação do contexto histórico pode contribuir para a redução da assimetria de informação entre os atores da coalizão. Metodologicamente, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, combinando revisão bibliográfica, análise documental e um estudo de caso sobre a Política de Defesa Nacional no Brasil. Os resultados revelaram a existência de quatro coalizões e indicam que o Ministério da Defesa e as Forças Armadas atuam de forma coordenada, assemelhando-se a uma relação principal-agente. Foi constatada a predominância do Controle de Processos nos mecanismos de monitoramento e identificados de atores-chave do subsistema. A incorporação da Teoria da Agência ao ACF aprimora o entendimento sobre a coordenação e neste subsistema de grande relevância orçamentária


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1719954 - FRANCISCO ANTONIO COELHO JUNIOR
Externa à Instituição - GREICI SARTURI - UFSM
Externo à Instituição - RICARDO CORREA GOMES
Interna - 1764344 - SUYLAN DE ALMEIDA MIDLEJ E SILVA
Notícia cadastrada em: 15/09/2026 10:40
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