Banca de QUALIFICAÇÃO: PATRICIA MAGNO DOS SANTOS MATIAS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : PATRICIA MAGNO DOS SANTOS MATIAS
DATA : 13/01/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Plataforma Teams
TÍTULO:

Reabsorção cervical externa e fatores associados após clareamento de dente não vitais


PALAVRAS-CHAVES:

Clareamento dentário, reabsorção dentária, incidência


PÁGINAS: 100
RESUMO:

“ O risco de ocorrência de reabsorção cervical externa (RCE) após o clareamento de dentes não vitais tem sido questionado durante os anos. O presente estudo possui os seguintes objetivos: (1) apresentar uma revisão de literatura sobre clareamento de dentes não vitais, por meio de um capítulo de livro publicado; (2) quanto à perspectiva clínica, apresentar uma série de casos ilustrando as técnicas, estabilidade de cor e segurança; e (3) apresentar uma revisão sistemática e meta-análise avaliando a incidência de RCE após o clareamento de dentes não vitais e explorando potenciais fatores associados. Esta revisão sistemática foi conduzida de acordo com as diretrizes Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA) e registrada no International Prospective Register of Systematic Reviews (PROSPERO). Sete bases eletrônicas de dados, literatura cinzenta e listas de referências dos estudos incluídos foram pesquisadas de forma sistemática. Ensaios clínicos, séries de casos e estudos observacionais foram considerados elegíveis. O desfecho primário foi RCE. O risco de viés foi avaliado utilizando o JBI Critical Appraisal Checklist for Quasi-Experimental Studies. Dois autores realizaram independentemente a triagem em duas fases, a extração de dados e a análise dos estudos. Uma meta-análise de proporção foi realizada utilizando a ferramenta online PERSyst-MA. Dos 4.054 registros identificados, 16 estudos foram incluídos na síntese quantitativa. A incidência de reabsorção cervical externa após o clareamento em dentes não vitais foi de 0,12% (IC 95%: 0,00%–0,52%; I² = 43%). A análise de subgrupos revelou ausência de RCE quando uma barreira cervical foi utilizada (0,00%, IC 95%: 0,00%–0,10%; I² = 0%), em comparação com uma incidência de 3,60% (IC 95%: 0,50%–9,37%; I² = 65%) no subgrupo sem barreira cervical. A aplicação de calor e o trauma prévio podem ter atuado como fatores contributivos, embora não determinantes. As evidências atualmente disponíveis sugerem ausência de reabsorção cervical externa após o clareamento em dentes não vitais quando uma barreira cervical é utilizada.


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 1889805 - CRISTINE MIRON STEFANI
Externa ao Programa - 1107089 - FABRICIA ARAUJO PEREIRA - nullExterno ao Programa - 1752418 - JACY RIBEIRO DE CARVALHO JUNIOR - nullPresidente - 1723183 - LEANDRO AUGUSTO HILGERT
Notícia cadastrada em: 08/12/2025 15:32
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