Banca de DEFESA: Dirceu Manoel de Almeida Junior

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : Dirceu Manoel de Almeida Junior
DATA : 08/06/2026
HORA: 08:30
LOCAL: Videoconferência
TÍTULO:
Politicidade Matemática: um Caminho Emancipatório!
A escola de matemática que nos atormenta e diagnósticos necessários.
 

PALAVRAS-CHAVES:
Palavras chave: Aprendizagem Matemática; Educação Básica; Modelo Instrucionista; Vítima de Aula; Emancipação; Cidadania.

PÁGINAS: 220
RESUMO:
Esta pesquisa analisa a aprendizagem Matemática na Educação Básica da cidade de Planaltina – DF, e por correlação a aprendizagem no Distrito Federal e Brasil, partindo da hipótese de que o modelo instrucionista de ensino, centrado na transmissão de conteúdo, contribui na formação de estudantes como “vítimas de aula”, comprometendo a construção de uma aprendizagem significativa, autônoma e autoral. O estudo adota abordagem qualitativa, com base na análise de dados empíricos coletados por meio de questionários e entrevistas com professores, estudantes, profissionais autônomos e egressos da Educação Básica do Distrito Federal, bem como na interpretação de indicadores educacionais, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Também são consideradas as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que orientam o ensino de Matemática no país, e os currículos da Educação Básica do DF. Os resultados evidenciam fragilidades significativas no domínio de conteúdos matemáticos básicos, na interpretação de problemas e na construção de raciocínio lógico. Observa-se, ainda, uma desconexão entre a Matemática ensinada na escola e aquela utilizada no cotidiano dos indivíduos, bem como limitações dos indicadores quantitativos e qualitativos na avaliação da aprendizagem. A pesquisa aponta que a predominância de práticas pedagógicas extensivas, centrada na aula e na memorização, dificulta o desenvolvimento intelectual dos estudantes. Em contraposição, defende-se a construção de uma educação geral e Matemática baseada na pesquisa, na autoria e na participação ativa dos sujeitos. Conclui-se que a aprendizagem da Matemática deve ser compreendida como um processo relacionado à formação cidadã e à emancipação dos indivíduos, exigindo a superação do modelo instrucionista e a construção de práticas pedagógicas mais significativas e contextualizadas, baseadas em atividades de aprendizagem e pesquisa.

MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - Adelino Soares Santos Machado - UEG
Externa à Instituição - Luciana Nogueira da Silva - UEG
Presidente - ***.083.417-** - PEDRO DEMO - UnB
Externo à Instituição - RICARDO SPÍNDOLA MARIZ - PUC-RS
Interno - 718307 - WELLINGTON LOURENCO DE ALMEIDA
Notícia cadastrada em: 13/05/2026 14:51
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