Etnocartografias da resistência: Saúde Mental e organização comunitária entre populações em situação de rua, negras e vulnerabilizadas no pós-pandemia da Covid-19 no DF
A proposta visa investigar as contradições do Estado brasileiro no cuidado em saúde mental a populações negras, em situação de rua e usuárias de substâncias psicoativas, agravadas pelo desmonte do SUS durante a pandemia de COVID-19. Com base na etnocartografia, busca-se analisar como essas populações, marcadas pela interseccionalidade entre raça, situação de rua e uso de substâncias, atravessadas pelo racismo estrutural e pela necropolítica, constroem estratégias de reexistência e organização comunitária diante da ausência de políticas públicas efetivas. Nesse contexto, a Redução de Danos é entendida como uma ética de cuidado possível no contexto da Atenção Psicossocial. O estudo articula saúde mental, direitos humanos e políticas públicas em territórios vulnerabilizados do DF.
A proposta visa investigar as contradições do Estado brasileiro no cuidado em saúde mental a populações negras, em situação de rua e usuárias de substâncias psicoativas, agravadas pelo desmonte do SUS durante a pandemia de COVID-19. Com base na etnocartografia, busca-se analisar como essas populações, marcadas pela interseccionalidade entre raça, situação de rua e uso de substâncias, atravessadas pelo racismo estrutural e pela necropolítica, constroem estratégias de reexistência e organização comunitária diante da ausência de políticas públicas efetivas. Nesse contexto, a Redução de Danos é entendida como uma ética de cuidado possível no contexto da Atenção Psicossocial. O estudo articula saúde mental, direitos humanos e políticas públicas em territórios vulnerabilizados do DF.