Banca de DEFESA: Thaís Priscila Máximo Silva

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : Thaís Priscila Máximo Silva
DATA : 07/04/2025
HORA: 14:00
LOCAL: Plataforma Microsoft Teams
TÍTULO:

“ESTRATÉGIA DE ENFRENTAMENTO À OCORRÊNCIA DA DOENÇA DE CHAGAS RELACIONADA A INGESTÃO DE AÇAÍ NA REGIÃO AMAZÔNICA.”


PALAVRAS-CHAVES:

“Doença de Chagas; Açaí; Saúde Pública; Amazônia; Modelo Lógico”


PÁGINAS: 1000
RESUMO:

“Esta dissertação investiga as estratégias de enfrentamento à ocorrência da doença de Chagas relacionada à ingestão de açaí na região amazônica, uma questão de crescente relevância para a saúde pública e economia local. O estudo contextualiza a transmissão oral da doença de Chagas, particularmente associada ao consumo de açaí contaminado com Trypanosoma cruzi, destacando a complexidade da cadeia produtiva do fruto, sua importância cultural e econômica, e os desafios sanitários enfrentados na Amazônia. A pesquisa tem como objetivo analisar as estratégias atuais de controle e prevenção da doença e propor melhorias que considerem as especificidades regionais. A metodologia utilizada baseou-se na análise de dados secundários não-nominais, incluindo revisões bibliográficas, análise documental de legislações e relatórios epidemiológicos. Também foi desenvolvido um Modelo Lógico (ML) para descrever, mapear e organizar as ações necessárias para o possível controle e diminuição da transmissão oral da doença de Chagas associada ao consumo de açaí na região, destacando os atores envolvidos e as intervenções estratégicas propostas. Os resultados indicam que, apesar das regulamentações existentes e das ações educativas e sanitárias implementadas, a transmissão da doença por ingestão de açaí permanece um problema significativo, especialmente devido à resistência cultural ao uso de tecnologias de controle e à falta de infraestrutura adequada em áreas remotas. O estudo sugere a necessidade de uma abordagem integrada, que combine educação em saúde, fiscalização eficiente e adaptação das práticas recomendadas às especificidades culturais locais. Conclui-se que a efetividade dessas medidas depende da cooperação entre os diversos setores envolvidos e do engajamento das comunidades locais, visando à promoção de um consumo seguro do açaí sem comprometer a saúde pública.”


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição - KELLEN CARDOSO IGNÁCIO MIRANDA - LACEN-DF
Presidente - 1682856 - JONAS LOTUFO BRANT DE CARVALHO
Externa à Instituição - SILVIA CRISTINA DA SILVA PEDROSO MAGALHAES - SVS AP
Externa à Instituição - VALERIA SALDANHA BEZERRA - EMBRAPA
Notícia cadastrada em: 27/03/2025 15:17
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