Banca de DEFESA: ISAQUE DE PINHO LIMA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ISAQUE DE PINHO LIMA
DATA : 26/01/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Teams
TÍTULO:

EFETIVIDADE DA PRÁTICA MENTAL NA MOBILIDADE FUNCIONAL, VELOCIDADE DA MARCHA E ASPECTOS MOTORES DE EXPERIÊNCIAS DA VIDA DIÁRIA EM PESSOAS COM DOENÇA DE PARKINSON: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA E META-ANÁLISE


PALAVRAS-CHAVES:

Tecnologias inovativas aplicadas à avaliação e intervenção cognitivo-motora, em indivíduos com doenças neurológicas 


PÁGINAS: 63
RESUMO:

Introdução: Alterações na mobilidade, marcha e equilíbrio são fatores centrais no declínio funcional da Doença de Parkinson; entretanto, a contribuição específica da prática mental no contexto da reabilitação ainda não está claramente estabelecida. Objetivos: Investigar os efeitos da prática mental combinada à prática física sobre a mobilidade, a velocidade da marcha e os aspectos motores das atividades de vida diária em indivíduos com Doença de Parkinson. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática com buscas em cinco bases de dados, que identificaram 635 registros. Oito ensaios clínicos randomizados atenderam aos critérios de elegibilidade, sendo sete incluídos na meta-análise. Resultados: Os estudos incluídos apresentaram ampla variabilidade metodológica e clínica quanto ao tamanho amostral, duração das intervenções, número de sessões e estrutura dos protocolos. A prática mental foi aplicada de forma isolada ou combinada à prática física, OA, pistas sensoriais ou imagens neurocognitivas dinâmicas. O risco de viés foi consistentemente baixo para os domínios de randomização e mensuração dos desfechos, enquanto os demais domínios apresentaram classificações heterogêneas. A meta-análise não demonstrou diferenças significativas entre intervenções baseadas em prática mental e abordagens convencionais quanto à mobilidade funcional, aspectos motores das atividades de vida diária, velocidade da marcha, equilíbrio ou qualidade de vida. Conclusão: Embora alguns estudos tenham relatado melhorias em desfechos específicos, tais efeitos não foram consistentes entre os ensaios analisados. A heterogeneidade dos protocolos, o reduzido tamanho amostral e o curto período de acompanhamento provavelmente contribuíram para a ausência de resultados conclusivos. As evidências atuais não demonstram superioridade da prática mental em relação às intervenções convencionais. Ensaios clínicos randomizados de alta qualidade, com protocolos padronizados, dosagem adequada e acompanhamento prolongado, são necessários para estabelecer de forma mais robusta a efetividade clínica da prática mental na reabilitação de indivíduos com Doença de Parkinson.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - HUDSON AZEVEDO PINHEIRO
Presidente - 1947805 - JOSEVAN CERQUEIRA LEAL
Externo ao Programa - 1734805 - OSMAIR GOMES DE MACEDO - nullInterna - 1962055 - RITA DE CASSIA MARQUETI DURIGAN
Notícia cadastrada em: 19/01/2026 17:52
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