Banca de DEFESA: Luiz Carlos Vieira Júnior

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : Luiz Carlos Vieira Júnior
DATA : 28/05/2026
HORA: 08:30
LOCAL: Sala de Atos / FE 01 e virtual
TÍTULO:

 

 

A FORMAÇÃO MUSICAL NOS CONSERVATÓRIOS ESTADUAIS DE MÚSICA DE MINAS GERAIS E AS TECNOLOGIAS COMO APOIO NO ATENDIMENTO Á DIVERSIDADE DE FORMAS DE APRENDER DOS ESTUDANTES


PALAVRAS-CHAVES:

Formação Musical Inclusiva; Conservatórios de Música Gerais; Diversidade; Tecnologias Digitais; DUA: Desenho Universal para Aprendizagem.


PÁGINAS: 381
RESUMO:

Este estudo de doutorado buscou compreender a formação ofertada pelos Conservatórios Estaduais de Música de Minas Gerais (CEM) e o uso de tecnologias como apoio ao atendimento da diversidade de estilos de aprendizagem dos estudantes. A diversidade nas formas de aprender é inerente à realidade dos sujeitos, exigindo que professores e instituições reconheçam, planejem e intervenham com base na consideração dessas diferenças, favorecendo a aprendizagem de todos os estudantes., investigouse como as tecnologias digitais podem apoiar o professor na sua mediação pedagógica para diversificar estratégias pedagógicas e recursos de apoio para potencializar a formação musical. Trata-se de uma pesquisa de métodos mistos, com abordagem sequencial exploratória em duas fases: quantitativa e qualitativa, para mapear o contexto e aprofundar questões de ensino e aprendizagem. As estratégias de coleta de dados incluíram mapeamento das instituições identificadas, questionários aplicados aos seus estudantes e professores, e grupos focais com os sujeitos selecionados. Os resultados revelaram na Formação Musical Inclusiva (FMI), uma transição em que práticas tradicionais convivem com abordagens inclusivas, gerando resultados positivos no atendimento à diversidade e na criação de comunidades de aprendizagem musical. Na dimensão Tecnologias Digitais na Formação Musical (TDFM), foram identificadas problemáticas, como diferenças significativas entre instituições, deficiências de infraestrutura frágil, lacunas geracionais e práticas instrumentais. Propõe-se um modelo de interação entre FMI e TDFM, no qual ambas possam se potencializarem mutuamente para promoverem formação musical inclusiva, com currículos flexíveis, ensino personalizado e uso de tecnologias para romperem barreiras e favorecerem a aprendizagem de todos os estudantes.

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MEMBROS DA BANCA:
Presidente - ***.386.801-** - AMARALINA MIRANDA DE SOUZA - UnB
Externo à Instituição - JOAO AUGUSTO MATTAR NETO - PUC - SP
Externo à Instituição - MARCUS VINICIUS MEDEIROS PEREIRA - UFJF
Externo ao Programa - 1800845 - PAULO ROBERTO AFFONSO MARINS - nullInterna - 2673303 - SINARA POLLOM ZARDO
Notícia cadastrada em: 27/05/2026 10:16
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