Início
Conheça o curso
Conheça o curso
Perfil do egresso e competências
Formação
Projeto pedagógico e aprendizagem
Currículo
Práticas em Saúde Coletiva
Cenários de prática e integração com a rede
Estágio
Trabalho de Conclusão de Curso
Laboratórios
Infraestrutura e tecnologia
Vida acadêmica
Guia do estudante, acolhimento e apoio
Tecnologias e aprendizagem digital
Biblioteca, acervo e repositórios
Perguntas frequentes dos estudantes
Pessoas e gestão
Corpo docente e mediação pedagógica
Coordenação do curso
NDE e instâncias colegiadas
Preceptoria e formação nos cenários de prática
Transparência
Gestão, avaliação e melhoria do curso
Documentos, indicadores e transparência
Comunidade
Ensino, pesquisa, extensão e inovação
Carreira, oportunidades e egressos
Internacionalização
Início
Saúde Coletiva na UnB
O Bacharelado em Saúde Coletiva da Universidade de Brasília forma profissionais para compreender as condições de saúde das populações e atuar na promoção da saúde, na vigilância, no planejamento, na gestão e na avaliação de políticas, sistemas e serviços. A formação é geral, crítica e reflexiva, comprometida com a melhoria da qualidade de vida, a dignidade humana e a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).
Conheça o curso
O curso é presencial e oferecido no Campus Darcy Ribeiro, pela Faculdade de Ciências da Saúde e pelo Departamento de Saúde Coletiva. O turno é noturno, com atividades acadêmicas que também podem ocorrer em outros turnos.
A graduação possui carga horária de 3.225 horas, correspondentes a 215 créditos, duração prevista de oito semestres e prazo máximo de doze semestres para integralização. São ofertadas 40 vagas por semestre.
O que você aprenderá
A formação articula Atenção à Saúde, Educação em Saúde e Gestão em Saúde. Ao longo do curso, o estudante desenvolve conhecimentos em Epidemiologia, Ciências Sociais e Humanas em Saúde e Política, Planejamento e Gestão em Saúde, além de competências para analisar situações de saúde, trabalhar com informações e indicadores, formular e avaliar políticas, desenvolver ações de promoção da saúde e atuar na vigilância e na organização de sistemas e serviços.
Como é a formação
O percurso acadêmico integra fundamentos teóricos, métodos de investigação e análise, práticas em territórios e serviços, atividades de ensino, pesquisa e extensão, estágio supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso. A aproximação com situações reais de saúde ocorre ao longo da graduação e favorece a articulação entre conhecimento, prática profissional e necessidades da população.
Atuação profissional
O bacharel em Saúde Coletiva pode atuar em sistemas, programas, serviços e outros espaços sociais e intersetoriais relacionados à saúde. Entre os campos de atuação estão gestão e planejamento, vigilância em saúde, promoção da saúde, monitoramento e avaliação, gestão da informação, educação em saúde, pesquisa e desenvolvimento de ações voltadas à melhoria das condições de saúde da população.
Sou estudante
Estudantes encontram acesso ao currículo, à oferta de componentes e horários, ao calendário acadêmico, ao SIGAA e às orientações sobre matrícula, estágio, TCC, atividades complementares, aproveitamento de estudos, serviços de apoio e perguntas frequentes.
Prazos, oferta de turmas e procedimentos acadêmicos devem ser conferidos no calendário oficial da graduação e no SIGAA, pois podem mudar a cada período letivo.
Coordenação e contato
A coordenação do curso é exercida pelo professor Marcus Tolentino Silva. O atendimento ocorre na Faculdade de Ciências da Saúde, Campus Universitário Darcy Ribeiro, sala AT 103/33.
Horários específicos de atendimento devem ser confirmados pelos canais da unidade.
Conheça o curso
O que é Saúde Coletiva
A Saúde Coletiva é um campo de conhecimentos e práticas voltado à compreensão das condições de saúde das populações e ao desenvolvimento de respostas para promover a saúde, prevenir e controlar riscos e agravos e organizar políticas, sistemas e serviços de saúde.
A formação articula especialmente Epidemiologia, Ciências Sociais e Humanas em Saúde e Política, Planejamento e Gestão em Saúde. Ao longo da graduação, o estudante aprende a analisar situações de saúde, trabalhar com informações e indicadores, compreender os determinantes sociais da saúde e participar do planejamento, da gestão, do monitoramento e da avaliação de ações, políticas, sistemas e serviços.
Identidade e dados acadêmicos
O Bacharelado em Saúde Coletiva é um curso presencial da Universidade de Brasília, oferecido pelo Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde, no Campus Darcy Ribeiro, em Brasília.
O curso é noturno, com atividades acadêmicas que também podem ocorrer em outros turnos. Possui carga horária de 3.225 horas, correspondentes a 215 créditos, duração prevista de oito semestres e prazo máximo de doze semestres para integralização. São ofertadas 40 vagas por semestre.
A estrutura curricular 7161/1, criada em 2020, consta como ativa no SIGAA. Estudantes vinculados a estruturas anteriores devem consultar no sistema a estrutura correspondente ao seu vínculo acadêmico.
Formação e objetivos
O curso busca formar bacharéis com formação geral, crítica e reflexiva, comprometidos com a melhoria da qualidade de vida e da saúde da população, com a dignidade humana e com a defesa do Sistema Único de Saúde.
A formação combina conhecimentos teóricos, métodos de investigação e análise, práticas em serviços e territórios, atividades de ensino, pesquisa e extensão, estágio supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso. A proposta pedagógica valoriza a interdisciplinaridade, a articulação entre teoria e prática, a participação social, a educação permanente e a integração entre diferentes profissões e setores envolvidos na produção da saúde.
Trajetória do curso na UnB
A oferta do curso no Campus Darcy Ribeiro teve início no primeiro semestre de 2010. A autorização institucional foi formalizada pela Resolução CONSUNI nº 14/2011, de 30 de agosto de 2011. Em 18 de agosto de 2016, a 564ª Reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou a mudança de denominação do curso.
A graduação integra a trajetória da Universidade de Brasília na formação em Saúde Coletiva e sua relação histórica com a Reforma Sanitária e a construção do Sistema Único de Saúde.
Onde atua o sanitarista
O bacharel em Saúde Coletiva pode atuar em sistemas, programas e serviços de saúde e em outros espaços sociais e intersetoriais relacionados à saúde.
Sua atuação pode envolver análise e monitoramento da situação de saúde, planejamento e gestão, formulação e avaliação de políticas, vigilância em saúde, promoção da saúde, educação em saúde, gestão da informação, pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico.
Essas atividades podem ser desenvolvidas em órgãos e serviços do SUS nas esferas federal, estadual, distrital e municipal, além de instituições públicas e privadas, organizações sociais, agências reguladoras, saúde suplementar e instituições de ensino e pesquisa.
Dados regulatórios
O Bacharelado em Saúde Coletiva da UnB, Campus Darcy Ribeiro, está registrado no sistema e-MEC sob o código 1140091.
O ato de reconhecimento identificado para o curso é a Portaria SERES/MEC nº 1.110, de 25 de outubro de 2017, publicada em 26 de outubro de 2017. Na avaliação externa realizada para o reconhecimento, o curso obteve Conceito de Curso (CC) 5, em 2017.
Como ingressar
O ingresso regular ocorre pelos processos seletivos definidos pela Universidade de Brasília e deve seguir os editais vigentes.
A partir de 2027, conforme a Resolução CEPE nº 0130/2026, o SiSU integra o ingresso no primeiro semestre para todos os cursos da UnB, enquanto Vestibular e Acesso Enem são utilizados para ingresso no segundo semestre, observada a distribuição de vagas definida pela Universidade e pelos respectivos editais.
Também existem formas de ingresso secundário, como Transferência Facultativa e admissão de Portador de Diploma de Curso Superior, condicionadas à existência de vagas e às regras do edital correspondente.
A matrícula como aluno especial não constitui ingresso regular no curso. Essa modalidade permite cursar componentes curriculares isolados, conforme regulamentação própria da Universidade.
As modalidades, vagas, cronogramas e editais atualizados devem ser consultados na seção institucional Formas de Ingresso da SAA.
Perfil do egresso e competências
Perfil profissional
O bacharel em Saúde Coletiva deve possuir formação geral, crítica e reflexiva, comprometida com a melhoria da qualidade de vida e da saúde da população, com a dignidade humana e com a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).
Sua formação o prepara para analisar, monitorar e avaliar situações de saúde; participar da formulação de políticas; planejar, programar, gerir e avaliar sistemas e serviços; desenvolver ações de promoção e educação em saúde; atuar na vigilância e no controle de riscos e agravos; e contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico da Saúde Coletiva. A atuação profissional é interdisciplinar, interprofissional e intersetorial e pode ocorrer em sistemas, programas, serviços e outros espaços sociais em que sejam desenvolvidas práticas de saúde. Esse perfil corresponde aos arts. 3º e 4º da Resolução CNE/CES nº 2/2022.
Áreas de competência
As Diretrizes Curriculares Nacionais organizam a formação profissional do bacharel em Saúde Coletiva em três grandes áreas: Atenção à Saúde, Educação em Saúde e Gestão em Saúde. Essas áreas articulam conhecimentos, habilidades e atitudes e dialogam com as subáreas de Epidemiologia, Ciências Sociais e Humanas em Saúde e Política, Planejamento e Gestão em Saúde.
Atenção à Saúde
Na Atenção à Saúde, a formação desenvolve competências para atuação multiprofissional, interdisciplinar e intersetorial na promoção e proteção da qualidade de vida e da integralidade em saúde.
Essa área compreende a organização da atenção integral à saúde, a vigilância em saúde e saúde ambiental e a promoção da saúde individual e coletiva e práticas coletivas de orientação em saúde. Envolve, entre outras capacidades, atuação nas redes de atenção, análise e monitoramento das situações de saúde, prevenção e controle de riscos e agravos e desenvolvimento de ações coletivas de promoção e proteção da saúde.
Educação em Saúde
Na Educação em Saúde, a formação compreende educação permanente em saúde, educação popular em saúde e pesquisa em saúde.
O estudante desenvolve capacidade para aprender continuamente, participar da formação de outros profissionais e grupos sociais, reconhecer necessidades formativas nos serviços, desenvolver estratégias de educação popular e ação comunitária, aplicar métodos de pesquisa e produzir materiais técnico-científicos e educativos adequados aos diferentes contextos de atuação.
Gestão em Saúde
Na Gestão em Saúde, a formação desenvolve competências relacionadas à análise de políticas públicas, ao planejamento, à gestão e à avaliação de sistemas e serviços, à participação social, à gestão do trabalho e à regulação e fiscalização em saúde.
Essas competências envolvem análise e formulação de políticas, planejamento e avaliação de planos, projetos, programas e ações, monitoramento do desempenho dos sistemas e serviços, tomada de decisão, metodologias participativas, organização do trabalho em equipes e regulação dos setores complementar e suplementar ao SUS.
Conhecimentos e atitudes profissionais
O PPC da UnB complementa esse perfil com conhecimentos sobre situação de saúde das populações, Epidemiologia e Demografia, características sociais, econômicas e culturais, políticas e organização dos serviços, processos de trabalho, planejamento, legislação, orçamento, tecnologias, produção científica, informação e comunicação em saúde.
A formação busca desenvolver atuação ética, responsável, crítica, reflexiva, democrática e comprometida com a saúde da população, a participação social, o trabalho em equipe e o aprimoramento permanente das práticas de saúde.
Desenvolvimento das competências ao longo do curso
As competências são desenvolvidas progressivamente durante a graduação. A formação avança da compreensão das condições de saúde das populações para a análise epidemiológica, o planejamento, a formulação de políticas, a gestão, a avaliação e a intervenção em situações concretas.
Seminários Integradores, Práticas Integradas em Saúde, atividades de ensino, pesquisa e extensão, estágio supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso contribuem para articular conhecimentos e experiências práticas ao longo da formação.
Projeto pedagógico e aprendizagem
Concepção pedagógica
A formação em Saúde Coletiva compreende a educação como processo de desenvolvimento humano, produção de conhecimento e transformação social. A saúde é abordada de forma ampliada, considerando as dimensões individuais e coletivas, os determinantes sociais, as condições de vida e as necessidades de saúde das populações.
O processo formativo é orientado pelos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e busca articular integralidade, participação social, interdisciplinaridade, interprofissionalidade e atuação intersetorial. O estudante participa ativamente da construção da própria aprendizagem, enquanto o docente atua como professor, orientador e mediador do processo educativo.
Como acontece a aprendizagem
O Projeto Político-Pedagógico do Curso valoriza metodologias ativas e emancipadoras e a aprendizagem significativa, relacionando novos conhecimentos às experiências e aos conhecimentos já desenvolvidos pelo estudante.
A formação utiliza diferentes estratégias de ensino e aprendizagem, como estudo orientado e autodirigido, discussão de situações e problemas, análise crítica de intervenções em saúde, atividades de campo, pesquisa, extensão e experiências em serviços, territórios e comunidades.
A integração entre ensino, pesquisa e extensão busca aproximar a formação das necessidades reais da população. Profissionais dos serviços de saúde também podem participar do processo formativo como preceptores e colaboradores nos cenários de prática.
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Saúde Coletiva, instituídas pela Resolução CNE/CES nº 2/2022, reforçam o protagonismo do estudante, a formação integral, a articulação entre ensino, pesquisa e extensão e a aprendizagem vinculada às necessidades sociais em saúde.
Tecnologias no processo de aprendizagem
Tecnologias de informação e comunicação podem apoiar o ensino, a pesquisa, a comunicação acadêmica, a análise de informações em saúde e o acesso a bases de dados e recursos educacionais.
O curso é presencial. O uso de ambientes e recursos digitais ocorre conforme o planejamento de cada componente curricular e as normas institucionais aplicáveis.
Avaliação da aprendizagem
A avaliação integra continuamente o processo de ensino e aprendizagem. O PPC prevê estratégias de avaliação inicial, formativa e somatória, com valorização do acompanhamento do desenvolvimento do estudante.
No início do período letivo, o docente deve apresentar as informações acadêmicas do componente curricular, incluindo conteúdos, cronograma, referências e critérios e instrumentos de avaliação. O PPC também assegura ao estudante a possibilidade de solicitar revisão da menção atribuída, observados os procedimentos e prazos acadêmicos da Universidade.
Frequência e exercícios domiciliares
A participação nas atividades acadêmicas deve observar as regras de frequência aplicáveis aos componentes curriculares.
O regime de exercícios domiciliares é regulamentado pela Resolução CEPE nº 0189/2025 e depende de solicitação, enquadramento nas situações previstas pela norma e elaboração de Plano de Estudos. A regulamentação estabelece também situações de incompatibilidade com esse regime, incluindo estágio curricular e atividades práticas que não possam ser realizadas fora do ambiente acadêmico.
Os procedimentos detalhados devem ser consultados nas orientações acadêmicas vigentes da Universidade.
Formação inclusiva e temas transversais
A formação considera diversidade, direitos humanos, equidade, inclusão e sustentabilidade. O Projeto Político-Pedagógico Institucional da UnB orienta a presença, de forma transversal ou complementar, de conteúdos relacionados à educação em direitos humanos, às relações étnico-raciais e à educação ambiental.
Os serviços e procedimentos específicos de acessibilidade e apoio aos estudantes são apresentados na seção Guia do estudante, acolhimento e apoio.
Acompanhamento do projeto pedagógico
O acompanhamento do projeto pedagógico é contínuo e envolve as instâncias acadêmicas competentes, incluindo o Núcleo Docente Estruturante, em articulação com os processos de avaliação do curso e da Universidade.
PPC em revisão. O Projeto Político-Pedagógico do Curso está em revisão para incorporar as adequações acadêmico-institucionais necessárias ao atendimento das Diretrizes Curriculares Nacionais e das normas posteriores à versão de 2017. As alterações somente produzirão efeitos após aprovação pelas instâncias competentes e registro nos sistemas acadêmicos aplicáveis.
Currículo
Organização curricular
O Bacharelado em Saúde Coletiva possui carga horária total de 3.225 horas, correspondentes a 215 créditos, com duração prevista de oito semestres e prazo máximo de doze semestres para integralização.
No SIGAA, a estrutura curricular 7161/1, criada em 2020, encontra-se ativa. Estudantes vinculados a estruturas curriculares anteriores devem consultar no sistema a estrutura correspondente ao próprio vínculo acadêmico.
A formação combina componentes obrigatórios e optativos, módulo livre, atividades complementares, estágio supervisionado, práticas integradas, seminários integradores e Trabalho de Conclusão de Curso.
Organização da formação
O percurso curricular articula as três subáreas fundamentais da Saúde Coletiva: Epidemiologia; Ciências Sociais e Humanas em Saúde; e Política, Planejamento e Gestão em Saúde.
Ao longo da graduação, a formação progride da compreensão do processo saúde--doença e das condições de saúde das populações para a análise epidemiológica, as políticas públicas, o planejamento, a gestão, a vigilância, a promoção da saúde e a intervenção em sistemas, serviços, territórios e comunidades.
Seminários Integradores, Práticas Integradas em Saúde Coletiva, estágio supervisionado e TCC contribuem para integrar conhecimentos desenvolvidos nos diferentes momentos da formação. Essa organização corresponde à concepção curricular apresentada no PPC.
Matriz curricular e fluxo
A matriz curricular organiza os componentes ao longo da graduação e serve de referência para o planejamento acadêmico do estudante.
A oferta de turmas, horários, pré-requisitos, correquisitos, equivalências e demais condições de matrícula deve ser conferida no SIGAA a cada período letivo. Estudantes vinculados a estruturas curriculares diferentes devem observar as regras correspondentes ao próprio vínculo.
Ementas, programas e demais informações atualizadas dos componentes curriculares devem ser consultados nas fontes acadêmicas oficiais da Universidade.
Optativas, módulo livre e atividades complementares
Os componentes optativos permitem aprofundar temas de interesse relacionados à formação em Saúde Coletiva. O módulo livre possibilita cursar componentes oferecidos por outras unidades da Universidade, observados os limites da estrutura curricular.
O PPC estabelece limite de até 24 créditos de módulo livre e até 10 créditos, correspondentes a 150 horas, de atividades complementares.
As atividades complementares podem incluir experiências previstas no regulamento do curso, como pesquisa, extensão, monitoria, participação em eventos científicos, produção acadêmica e estágio não obrigatório, mediante comprovação e análise conforme as regras aplicáveis.
Estágio, extensão e requisitos curriculares
A estrutura curricular atualmente registrada para o curso apresenta Estágio Supervisionado 1 e Estágio Supervisionado 2, totalizando 300 horas de estágio obrigatório, conforme o PPC de 2017.
Posteriormente, a Resolução CNE/CES nº 2/2022 estabeleceu para os cursos de graduação em Saúde Coletiva carga mínima de 500 horas de Estágio Curricular Supervisionado. A mesma norma determina que, além do estágio, pelo menos 10% da carga horária total do curso seja destinada a atividades de extensão, interação ou vivência em redes de atenção à saúde, espaços intersetoriais, instâncias de controle social, órgãos de gestão do SUS e outros cenários de intervenção. Também estabelece pelo menos 100 horas de atividades complementares.
PPC em revisão. A revisão em curso contempla a adequação da organização curricular às Diretrizes Curriculares Nacionais vigentes, inclusive quanto à carga horária do estágio e à inserção curricular da extensão. Até a aprovação e o registro da nova versão, permanece aplicável a estrutura curricular vinculada ao registro acadêmico de cada estudante.
Para matrícula, integralização curricular e conclusão do curso, o estudante deve seguir a estrutura curricular vinculada ao seu registro acadêmico no SIGAA e as regras de transição que venham a ser formalmente aprovadas pela Universidade.
Práticas em Saúde Coletiva
Formação prática ao longo do curso
A formação prática acompanha o estudante ao longo da graduação e busca integrar os conhecimentos desenvolvidos nos componentes curriculares às situações concretas de saúde das populações, dos territórios, dos serviços e dos sistemas de saúde.
O Projeto Político-Pedagógico do Curso organiza essas experiências em complexidade crescente. No primeiro ano, a formação enfatiza a compreensão das condições de saúde da população e a observação em comunidade, incluindo a análise participativa da situação de saúde. No segundo ano, ocorre maior aproximação com serviços, análise de problemas e planejamento de intervenções. No terceiro e no quarto anos, ganham maior importância as atividades de análise e intervenção, gestão, vigilância, avaliação, estágio supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso.
As Diretrizes Curriculares Nacionais reforçam essa concepção ao estabelecer oportunidades integradas de aprendizagem e de inserção nas redes de gestão e atenção à saúde desde o início e ao longo de toda a graduação.
Integração entre teoria e prática
Seminários Integradores, Práticas Integradas em Saúde, estágio supervisionado, atividades de ensino, pesquisa e extensão e Trabalho de Conclusão de Curso contribuem para articular os diferentes conhecimentos desenvolvidos durante a formação.
As experiências práticas permitem relacionar conteúdos sobre processo saúde--doença, Epidemiologia, Ciências Sociais e Humanas em Saúde, políticas públicas, planejamento, gestão, promoção da saúde, vigilância, informação e avaliação.
Ao longo da graduação, o estudante desenvolve progressivamente a capacidade de compreender problemas, analisar situações de saúde, elaborar diagnósticos, planejar ações, formular propostas de intervenção e avaliar seus resultados.
Diversidade das experiências práticas
A prática em Saúde Coletiva não se limita à assistência direta em serviços de saúde. As atividades podem envolver análise de dados e informações em saúde, pesquisa social, diagnóstico de situações de saúde, planejamento, vigilância, promoção e educação em saúde, gestão da informação, monitoramento e avaliação, elaboração de projetos e produção de relatórios, materiais educativos e outros produtos acadêmicos ou técnicos.
Essa diversidade corresponde à própria natureza da formação em Saúde Coletiva e às possibilidades de atuação em gestão, atenção e educação em saúde.
Acompanhamento das atividades
As atividades práticas vinculadas aos componentes curriculares são acompanhadas pelos docentes responsáveis e devem seguir o respectivo plano de ensino ou plano de atividades.
Nos estágios supervisionados, o acompanhamento envolve professor orientador e profissional do campo que atua na preceptoria, conforme o regulamento específico do curso. O PPC exige que os cenários de estágio ofereçam condições adequadas para experiências concretas de trabalho e contem com profissional qualificado para a preceptoria.
Extensão e vivência nos cenários de prática
A Resolução CNE/CES nº 2/2022, art. 30, determina que, além do Estágio Curricular Supervisionado, pelo menos 10% da carga horária total do curso seja destinada a atividades de extensão, interação ou vivência em redes de atenção à saúde e intersetoriais, instâncias de controle social, órgãos de gestão do SUS e outros cenários de intervenção, ao longo da graduação.
A identificação dos componentes, atividades e cargas horárias aplicáveis a cada estudante deve observar a estrutura curricular e os registros acadêmicos correspondentes ao seu vínculo.
Cenários de prática e integração com a rede
Onde acontecem as práticas
A formação em Saúde Coletiva utiliza diferentes cenários para aproximar o estudante das situações reais de saúde, da organização dos serviços, da gestão, dos territórios e das necessidades das populações.
As atividades podem ocorrer em serviços e redes do Sistema Único de Saúde, órgãos de gestão, territórios e comunidades, equipamentos sociais, espaços intersetoriais, instâncias de participação e controle social e outras instituições relacionadas ao campo da Saúde Coletiva.
As Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecem que essas experiências ocorram ao longo da graduação, incluindo oportunidades de inserção nas redes de atenção à saúde e intersetoriais, nos órgãos de gestão do SUS, nas instâncias de controle social e em outros cenários de intervenção.
Integração ensino--serviço--comunidade
A integração entre Universidade, serviços e comunidade é um princípio da formação prevista no Projeto Político-Pedagógico do Curso.
As experiências nos cenários de prática permitem conhecer diferentes realidades de saúde e compreender as relações entre políticas, serviços, equipes, territórios e populações. Podem envolver análise da situação de saúde, vigilância, promoção e educação em saúde, planejamento, gestão da informação, monitoramento, avaliação e gestão de sistemas, serviços e redes.
A inserção nos cenários ocorre progressivamente ao longo do curso, articulando os conhecimentos desenvolvidos nos componentes curriculares com situações concretas de trabalho e intervenção em Saúde Coletiva.
Diversidade dos cenários
Os cenários de aprendizagem não se restringem a unidades assistenciais. A formação também pode envolver espaços de planejamento e gestão, vigilância em saúde, participação social, promoção da saúde, políticas públicas e atuação intersetorial.
No estágio supervisionado, o regulamento do curso prevê atividades no SUS, na saúde suplementar e em instituições e organizações sociais relacionadas à Saúde Coletiva, desde que o campo seja aprovado conforme as regras acadêmicas.
Os campos de estágio devem oferecer condições adequadas para o desenvolvimento das atividades, proporcionar experiências concretas de trabalho e contar com profissional qualificado para exercer a preceptoria. Quando aplicável, devem estar abrangidos pelos instrumentos institucionais necessários à realização do estágio.
Campos disponíveis no semestre
Os locais utilizados podem variar conforme o componente curricular, o planejamento acadêmico, as parcerias institucionais e a disponibilidade dos campos em cada período.
Para o estágio supervisionado, o estudante deve utilizar somente campos reconhecidos pelo curso e seguir as orientações acadêmicas e os procedimentos de formalização antes do início das atividades.
Informações sobre campos, vagas e procedimentos disponíveis no período devem ser obtidas junto à Coordenação do Curso, pelos canais informados no site.
Estágio
Estágio supervisionado obrigatório
O estágio curricular supervisionado integra a formação do bacharel em Saúde Coletiva e proporciona a aplicação dos conhecimentos desenvolvidos no curso em situações reais de trabalho, sob orientação docente e acompanhamento de profissional do campo de prática.
Na estrutura curricular atualmente registrada para o curso, o estágio obrigatório corresponde a 20 créditos e 300 horas, distribuídas entre Estágio Supervisionado 1 e Estágio Supervisionado 2, com 150 horas cada. Essa organização consta do PPC de 2017 e de seu Regulamento de Estágio Obrigatório.
Posteriormente, a Resolução CNE/CES nº 2/2022, art. 29, estabeleceu carga horária mínima de 500 horas para o Estágio Curricular Supervisionado nos cursos de Saúde Coletiva. A norma determina que o estágio abranja prioritariamente Gestão em Saúde, Atenção à Saúde e Educação em Saúde e recomenda que pelo menos 40% de sua carga horária seja desenvolvida na Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde.
PPC em revisão. A revisão em curso contempla a adequação da carga horária do estágio e o detalhamento das modalidades de estágio, preceptoria e supervisão previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Até a aprovação e o registro das alterações, cada estudante deve seguir a estrutura curricular vinculada ao próprio registro acadêmico.
Para matrícula e integralização curricular, o estudante deve observar a estrutura vinculada ao seu registro acadêmico no SIGAA e eventuais regras de transição formalmente aprovadas pela Universidade.
Requisitos para matrícula
O PPC estabelece, para Estágio Supervisionado 1, aprovação prévia em Epidemiologia para Gestão 3 -- Vigilância em Saúde, Práticas Integradas em Saúde 2 e Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde. Seminário Integrador em Saúde Coletiva 3 consta como correquisito. Para Estágio Supervisionado 2, é exigida aprovação em Estágio Supervisionado 1.
Como requisitos, códigos e formas de matrícula podem ser alterados na estrutura curricular, o estudante deve conferir a situação vigente no SIGAA antes de solicitar matrícula.
Quando o componente não permitir solicitação on-line pelo estudante, a matrícula é realizada pela Coordenação do Curso, conforme a Resolução CEG nº 0003/2021 e os procedimentos acadêmicos vigentes. Os prazos devem ser conferidos no Calendário Acadêmico de Graduação.
Campos de estágio
Os campos podem envolver serviços do SUS, saúde suplementar e instituições e organizações sociais relacionadas à Saúde Coletiva, conforme previsto no Regulamento de Estágio do curso.
Os cenários devem oferecer infraestrutura compatível com os objetivos do estágio, profissional qualificado para exercer a preceptoria e oportunidades de vivência em situações concretas de trabalho. Nos casos exigidos, deve existir instrumento de convênio, cooperação ou contrato com a Universidade.
Campos e vagas podem variar entre os períodos acadêmicos. O estudante deve seguir as orientações da Coordenação do Curso antes de iniciar qualquer atividade.
Formalização
O estágio utiliza o módulo de estágios do SIGAA e envolve a formalização do Termo de Compromisso de Estágio e do Plano de Atividades, além dos demais documentos aplicáveis ao desenvolvimento, alteração ou encerramento do estágio.
Essa informação foi também conferida no site institucional do Decanato de Ensino de Graduação, que atualmente mantém a Resolução CEPE nº 0104/2021, a Instrução Normativa DEG nº 5/2022, manuais e modelos de documentos para os estágios de graduação. O manual institucional orienta que o processo seja realizado pelo módulo de estágios do SIGAA, e a documentação institucional reforça que Termo de Compromisso e Plano de Atividades devem estar formalizados antes do início do estágio.
Acompanhamento e avaliação
O estágio obrigatório é acompanhado pelo professor orientador e pelo preceptor do campo.
O Regulamento de Estágio do curso prevê Plano de Atividades, acompanhamento sistemático, portfólio, avaliação das atitudes profissionais, dos conhecimentos e das habilidades desenvolvidas e elaboração de produto relacionado às atividades realizadas.
A aprovação depende do cumprimento da carga horária prevista para o componente e da obtenção da menção mínima estabelecida no regulamento.
Estágio não obrigatório
O estágio não obrigatório também deve ser formalizado antes do início das atividades e observar a Resolução CEPE nº 0104/2021 e os procedimentos institucionais da UnB.
Alterações nas condições do estágio, como duração ou jornada, devem seguir os procedimentos e documentos institucionais aplicáveis.
No Bacharelado em Saúde Coletiva, o estágio não obrigatório pode ser aproveitado como atividade complementar nas condições e nos limites previstos pelo Regulamento de Atividades Complementares. Esse aproveitamento não o transforma em estágio curricular obrigatório.
Orientações
Para informações sobre matrícula, definição do campo e acompanhamento acadêmico, o estudante deve procurar a Coordenação do Bacharelado em Saúde Coletiva.
Para procedimentos gerais de formalização, manuais, termos e modelos, deve consultar a seção institucional de Estágios do DEG.
Links úteis
Trabalho de Conclusão de Curso
O que é o TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso é componente curricular obrigatório da graduação em Saúde Coletiva e deve abordar tema relacionado à formação no curso. É desenvolvido sob orientação docente.
O PPC recomenda a articulação do TCC, sempre que pertinente, com conhecimentos e experiências desenvolvidos nas práticas, atividades complementares, estágio, pesquisa ou extensão. A obrigatoriedade do TCC também está prevista no art. 31 da Resolução CNE/CES nº 2/2022.
Formatos de TCC
O Regulamento para o Trabalho de Conclusão de Curso, incorporado ao PPC, prevê três modalidades de trabalho escrito: artigo científico, relatório técnico e plano de ação ou intervenção.
O artigo científico pode apresentar revisão crítica ou resultados de pesquisa. O relatório técnico registra e analisa experiências, investigações, processos, métodos ou atividades desenvolvidas. O plano de ação ou intervenção parte do diagnóstico de um problema ou situação de saúde e contempla metodologia de planejamento, análise do problema, proposta de intervenção e estratégia de monitoramento e avaliação.
A elaboração deve observar as normas acadêmicas e de apresentação aplicáveis à modalidade escolhida.
Pesquisa, ética e proteção de dados
Quando o TCC envolver pesquisa ou atividade sujeita à apreciação ética, o estudante deve discutir previamente o enquadramento com seu orientador e observar as normas vigentes aplicáveis.
Quando necessária a apreciação pelo Sistema CEP/Conep, a tramitação deve seguir a Plataforma Brasil e as orientações institucionais vigentes. O Comitê de Ética responsável será definido conforme o fluxo aplicável ao projeto.
Projetos que envolvam dados pessoais, informações de saúde, imagens, voz ou outros conteúdos protegidos também devem observar as exigências de ética, confidencialidade, segurança da informação e proteção de dados correspondentes.
Orientação e matrícula
O TCC é desenvolvido sob orientação de professor da Universidade de Brasília. O regulamento permite coorientação por professor ou pesquisador externo à UnB com titulação mínima de mestrado.
A matrícula deve seguir a organização dos componentes curriculares, o calendário acadêmico e as orientações divulgadas pela Coordenação do Curso. Recomenda-se que o estudante defina previamente a orientação e acompanhe os procedimentos divulgados para o período correspondente.
Defesa e avaliação
A conclusão do TCC inclui avaliação do trabalho escrito e defesa pública. O regulamento prevê banca com dois avaliadores com titulação mínima de mestrado, envio do trabalho aos avaliadores com 15 dias de antecedência, 20 minutos para apresentação e 30 minutos para arguição e respostas.
A avaliação considera aspectos relacionados à relevância e delimitação do tema, fundamentação teórica, consistência metodológica, qualidade da apresentação escrita, referências e apresentação oral. O próprio regulamento contém instrumento de avaliação para a banca.
Após a aprovação
Depois da defesa e das correções solicitadas, a versão definitiva deve seguir os procedimentos vigentes da Biblioteca Central para depósito na Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente da UnB -- BDM.
Como formulários, formatos de arquivo e procedimentos de depósito podem ser atualizados, o estudante deve utilizar as orientações mantidas pela BCE no momento da entrega.
Links úteis
Laboratórios
Laboratórios e formação acadêmica
O curso de Saúde Coletiva utiliza laboratórios de ensino e pesquisa da Faculdade de Ciências da Saúde e outras infraestruturas da Universidade de Brasília, conforme as necessidades dos componentes curriculares, projetos e atividades acadêmicas.
O Projeto Político-Pedagógico do Curso registra especificamente a utilização do Centro de Informação e Informática em Saúde -- CENTEIAS, além de laboratórios de ensino e pesquisa da Faculdade de Ciências da Saúde. Esses espaços complementam as atividades desenvolvidas em salas de aula, territórios, serviços e outros cenários de formação.
Laboratórios da Faculdade de Ciências da Saúde
O diretório institucional da Universidade de Brasília registra diferentes laboratórios vinculados à Faculdade de Ciências da Saúde, incluindo estruturas relacionadas a Epidemiologia, Antropologia da Saúde e da Doença, Informação e Informática em Saúde e Saúde do Trabalhador. Essa informação está baseada no diretório institucional atual da UnB.
A presença de um laboratório no diretório da Universidade não significa vinculação exclusiva ao Bacharelado em Saúde Coletiva nem acesso automático pelos estudantes. A utilização depende das atividades desenvolvidas, dos projetos em andamento e das regras estabelecidas pela unidade responsável.
Acesso e utilização
A utilização dos laboratórios depende do planejamento do componente curricular, projeto ou atividade acadêmica e da disponibilidade da infraestrutura.
Quando houver necessidade de utilização de laboratório, equipamento ou recurso específico, o estudante deve seguir as orientações do docente ou da equipe responsável pelo espaço.
Horários, capacidade, equipamentos disponíveis, formas de agendamento, normas de segurança e condições específicas de acesso devem ser consultados diretamente junto à unidade responsável, pois são informações operacionais sujeitas a atualização.
Participação em pesquisa e extensão
Estudantes podem participar de atividades desenvolvidas em laboratórios por meio de projetos de pesquisa, extensão, iniciação científica e outras oportunidades acadêmicas, conforme os projetos em andamento, os critérios de participação e a disponibilidade de orientação.
Essas experiências podem contribuir para o desenvolvimento de competências em investigação científica, análise e interpretação de informações, Epidemiologia, comunicação, planejamento, gestão e avaliação em Saúde Coletiva.
Projetos, bolsas, seleções e outras oportunidades devem ser consultados nos editais e canais institucionais correspondentes.
Infraestrutura e tecnologia
Infraestrutura para as atividades acadêmicas
O Bacharelado em Saúde Coletiva utiliza ambientes da Faculdade de Ciências da Saúde e outras infraestruturas da Universidade de Brasília para atividades de ensino, pesquisa e extensão.
O Projeto Político-Pedagógico do Curso registra entre os recursos relacionados à formação o Centro de Informação e Informática em Saúde -- CENTEIAS, laboratórios de ensino e pesquisa, auditórios, salas de reunião, salas de aula e espaços de estudo.
A utilização dos ambientes depende do planejamento acadêmico, da disponibilidade e das regras estabelecidas pelas unidades responsáveis.
Tecnologia e conectividade
A Secretaria de Tecnologia da Informação -- STI integra a estrutura responsável pela infraestrutura e pelos serviços de tecnologia da informação e comunicação da Universidade. O PDI UnB 2023--2028 relaciona a TIC ao funcionamento dos sistemas institucionais, conectividade, segurança da informação e suporte às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
O SIGAA reúne serviços relacionados à vida acadêmica, incluindo informações sobre componentes curriculares, matrícula e outros registros do estudante.
Informações sobre acesso aos sistemas, conectividade, contas institucionais, serviços tecnológicos e suporte devem ser consultadas nos canais oficiais da STI. O uso pedagógico das tecnologias é apresentado com mais detalhes na seção Tecnologias e aprendizagem digital.
Acessibilidade
O PPC registra a existência de recursos físicos de acessibilidade nos ambientes utilizados pela formação, como rampas, elevadores e banheiros adaptados.
Estudantes que necessitem de recursos, adaptações ou orientações específicas devem consultar a DACES, que mantém os serviços e procedimentos institucionais relacionados à acessibilidade acadêmica.
Manutenção e suporte
A gestão da infraestrutura da Universidade envolve diferentes unidades acadêmicas e administrativas. O PDI UnB 2023--2028 estabelece atuação integrada da Prefeitura da UnB, da Secretaria de Infraestrutura, da STI e de outras unidades responsáveis pela infraestrutura física e tecnológica.
Questões relacionadas a instalações, equipamentos ou ambientes utilizados em atividades acadêmicas devem ser encaminhadas à unidade responsável pelo espaço. Demandas relativas aos serviços institucionais de tecnologia devem seguir os canais de atendimento da STI.
Capacidade de salas, equipamentos disponíveis, softwares, condições de rede, horários e situações temporárias de manutenção devem ser consultados junto às unidades responsáveis quando necessários para uma atividade acadêmica.
Guia do estudante, acolhimento e apoio
Vida acadêmica
Esta seção reúne orientações básicas para estudantes de Saúde Coletiva e indica os principais serviços da Universidade relacionados à matrícula, permanência, acessibilidade e apoio acadêmico.
Prazos de matrícula, retirada, trancamento e outros procedimentos acadêmicos são definidos no Calendário Acadêmico de Graduação. Antes de realizar uma solicitação, consulte o calendário vigente, o SIGAA e as orientações da unidade responsável.
Acolhimento de ingressantes
No início dos períodos de ingresso, o curso pode promover atividades de acolhimento com participação da coordenação, docentes, estudantes e representação estudantil. Essas atividades podem apresentar a organização da graduação, o currículo, oportunidades acadêmicas, espaços da Faculdade de Ciências da Saúde e serviços disponíveis na Universidade.
Datas e programação devem ser consultadas nos avisos divulgados pelo curso para cada semestre.
Primeiros passos
Após a efetivação do registro acadêmico, o estudante deve acessar o SIGAA e acompanhar regularmente sua situação acadêmica, horários, componentes curriculares, documentos e comunicados.
Os ingressantes regulares são matriculados automaticamente pela Universidade nos componentes previstos para o primeiro semestre. A partir dos períodos seguintes, o estudante participa das etapas de matrícula, rematrícula e matrícula extraordinária conforme o Calendário Acadêmico e as regras do SIGAA.
Nos casos de ingresso por Transferência Facultativa, Portador de Diploma de Curso Superior ou modalidade semelhante, a matrícula inicial deve ser acompanhada pela Coordenação do Curso, especialmente para análise dos estudos anteriormente realizados.
Acessibilidade e inclusão
Estudantes abrangidos pela Política de Acessibilidade podem procurar a DACES para cadastro, orientações e acesso aos serviços e recursos disponíveis conforme suas necessidades.
A Universidade mantém atualmente o Programa de Tutoria para Acessibilidade -- PTA, instituído pela Resolução DAC nº 01/2024, destinado a apoiar a participação e a aprendizagem de estudantes atendidos pela Política de Acessibilidade.
Assistência estudantil e permanência
A Diretoria de Desenvolvimento Social -- DDS, do Decanato de Assuntos Comunitários, é responsável por ações e programas de assistência estudantil voltados especialmente à permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
O acesso aos programas depende das condições e procedimentos estabelecidos pela Universidade e pelos editais vigentes. Por isso, modalidades, critérios, valores, vagas e períodos de inscrição devem ser consultados diretamente na DDS.
Apoio social e pedagógico
A DDS mantém serviços de acompanhamento aos estudantes, incluindo o Núcleo de Apoio Pedagógico -- NAP, além de canal institucional do Núcleo de Acolhimento Social e Psicológico -- NASP. Os contatos atuais estão disponíveis na seção da Diretoria.
Alimentação
O Restaurante Universitário do Campus Darcy Ribeiro oferece café da manhã, almoço e jantar. Participantes da assistência estudantil têm gratuidade nas refeições conforme as regras institucionais vigentes. Horários, cardápios, preços e condições de acesso devem ser consultados diretamente no site do RU.
Moradia estudantil
A Universidade mantém programas de moradia estudantil destinados aos estudantes que atendam aos critérios da assistência estudantil. Modalidades, vagas, documentação e procedimentos devem ser consultados nos editais vigentes da DDS.
Passe Livre Estudantil
Estudantes que atendam aos critérios aplicáveis podem solicitar o Passe Livre Estudantil do Distrito Federal. A SAA mantém orientações atualizadas sobre o benefício.
A declaração acadêmica necessária pode ser emitida diretamente no SIGAA em Portal Discente > Ensino > Emitir Declaração para Passe Livre Estudantil.
Representação estudantil
O Centro Acadêmico de Saúde Coletiva é uma instância de representação dos estudantes do curso e pode participar de atividades de acolhimento, integração e representação acadêmica.
Contatos e informações sobre a gestão vigente devem ser consultados nos canais atuais da representação estudantil.
Outras situações acadêmicas
Matrícula, trancamento, aproveitamento de estudos, reintegração, aluno especial, exercícios domiciliares, revisão de menção, conclusão de curso e emissão de documentos possuem regulamentações e procedimentos próprios.
As orientações detalhadas devem ser consultadas no FAQ do curso, no SIGAA e nos sites institucionais da SAA e do DEG.
Tecnologias e aprendizagem digital
Ambientes e ferramentas digitais
O Bacharelado em Saúde Coletiva é presencial e pode utilizar tecnologias digitais como apoio às atividades de ensino, pesquisa, extensão, comunicação e produção acadêmica.
A formação também desenvolve competências relacionadas ao uso da informação e das tecnologias em saúde, incluindo sistemas de informação, informática, comunicação e análise de dados aplicados à vigilância, ao planejamento, à gestão, ao monitoramento e à avaliação em saúde.
O uso de ambientes virtuais, videoconferência, ferramentas colaborativas e outros recursos digitais depende do planejamento de cada componente curricular e das orientações do docente responsável.
Aprender 3
O ambiente pode ser utilizado para disponibilização de materiais, atividades, comunicação, acompanhamento da aprendizagem e outros recursos pedagógicos.
A existência de matrícula em uma turma no SIGAA não significa necessariamente que o componente utilizará uma sala no Aprender 3. O estudante deve consultar o plano de ensino e as orientações do docente no início do período.
SIGAA
O SIGAA é o sistema institucional utilizado para a gestão da vida acadêmica. Nele, o estudante acompanha matrícula, turmas, horários, histórico, integralização curricular, documentos e outras informações relacionadas à graduação.
A matrícula no componente curricular ocorre pelos procedimentos acadêmicos registrados no SIGAA. A participação em uma sala virtual ou equipe de colaboração digital não substitui a matrícula acadêmica.
E-mail acadêmico e Microsoft 365
Estudantes com vínculo acadêmico ativo dispõem dos serviços digitais institucionais oferecidos pela Universidade, incluindo e-mail acadêmico e recursos do Microsoft 365, conforme as condições estabelecidas pela STI.
Ferramentas como Outlook, OneDrive, Word, Excel, PowerPoint e Teams podem apoiar atividades acadêmicas e colaborativas. A utilização de determinada ferramenta em um componente curricular depende do planejamento docente.
Acessibilidade digital
Os recursos digitais utilizados nas atividades acadêmicas devem observar a Política de Acessibilidade da UnB e as orientações institucionais aplicáveis.
Estudantes atendidos pela DACES podem receber orientações e recursos de acessibilidade de acordo com suas necessidades. O PDI registra, entre as ações institucionais, produção de materiais acessíveis, tecnologia assistiva e acompanhamento acadêmico para apoiar estratégias pedagógicas e de avaliação.
Quando houver necessidade de adaptação de atividade, material ou recurso digital, o estudante deve procurar a DACES e comunicar o docente responsável pelo componente.
Uso responsável das tecnologias e inteligência artificial
O uso de sistemas, plataformas, inteligência artificial e outras ferramentas digitais em atividades acadêmicas deve respeitar as normas institucionais aplicáveis, os direitos autorais, a proteção de dados, a segurança da informação, a ética e a integridade acadêmica.
Nos componentes curriculares, o estudante deve observar as orientações do docente e os critérios definidos para cada atividade, inclusive quanto à possibilidade e às condições de utilização de ferramentas de inteligência artificial.
O estudante permanece responsável pelo conteúdo acadêmico apresentado e deve observar as exigências de autoria, indicação de fontes e transparência estabelecidas para a atividade.
Acesso e suporte
Dificuldades no Aprender 3 devem ser encaminhadas aos canais de atendimento do CEAD. Problemas relativos ao e-mail acadêmico e aos serviços Microsoft devem seguir os canais da STI.
Ao solicitar suporte, o estudante deve descrever o serviço afetado, a situação encontrada e, quando necessário, apresentar a mensagem de erro. Senhas, códigos de autenticação e outras credenciais não devem ser compartilhados.
Se uma indisponibilidade tecnológica afetar uma atividade com prazo acadêmico próximo, recomenda-se registrar a ocorrência no serviço de suporte correspondente e comunicar o docente responsável.
Biblioteca, acervo e repositórios
Biblioteca e serviços de informação
Os estudantes de Saúde Coletiva têm acesso à Biblioteca Central da Universidade de Brasília -- BCE e aos serviços do Sistema de Bibliotecas da UnB -- SiB-UnB.
O Projeto Político-Pedagógico do Curso registra que a Biblioteca Central oferece acervo geral e bibliografia pertinente à formação, periódicos, coleções específicas, sistemas informatizados e espaços de estudo.
A BCE oferece consulta ao catálogo, empréstimo, bases de dados, livros e periódicos eletrônicos, espaços de estudo, capacitações e outros serviços de apoio ao ensino e à pesquisa. Horários, regras de utilização, cadastro e procedimentos devem ser consultados diretamente nos canais da Biblioteca Central.
Acervo e atualização
O Sistema de Bibliotecas da UnB apoia as atividades de ensino, pesquisa e extensão da Universidade por meio de acervos físicos e digitais e serviços de informação.
O PDI UnB 2023--2028 registra que a atualização dos acervos considera as bibliografias básicas e complementares indicadas pelos cursos e docentes, submetidas à avaliação e aquisição conforme os recursos disponíveis e a disponibilidade dos títulos.
A coordenação, o NDE e os docentes podem identificar necessidades bibliográficas relacionadas à formação e encaminhá-las pelos procedimentos institucionais de desenvolvimento do acervo.
BDM e produção discente
Os Trabalhos de Conclusão de Curso de graduação da UnB integram a Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente -- BDM. O PDI caracteriza a BDM como o acervo digital destinado aos trabalhos de conclusão de cursos de graduação e especialização da Universidade.
Após a aprovação do TCC e a realização das correções finais, o estudante deve seguir as orientações vigentes da Biblioteca Central e da unidade acadêmica para depósito da versão definitiva na BDM.
Repositório Institucional da UnB
O Repositório Institucional da UnB -- RIUnB é distinto da BDM. Reúne produção científica e acadêmica da Universidade, incluindo teses, dissertações, artigos científicos, livros, capítulos de livros e trabalhos apresentados em eventos.
O RIUnB pode ser utilizado como fonte de pesquisa e consulta acadêmica por estudantes, docentes e demais interessados.
Acessibilidade
A Biblioteca Central disponibiliza recursos e serviços destinados à acessibilidade. O PDI registra, entre eles, a Biblioteca Digital e Sonora -- BDS, recursos adaptados e espaços destinados a usuários com deficiência visual.
Estudantes que necessitem de recursos específicos devem consultar os serviços atuais da BCE e, quando pertinente, a Diretoria de Acessibilidade -- DACES.
Consulta aos serviços
Horários, empréstimos, bases de dados, capacitações, condições de acesso e demais informações operacionais devem ser consultados diretamente nos canais oficiais da Biblioteca Central e do Sistema de Bibliotecas da UnB.
Links úteis
Perguntas frequentes dos estudantes
Este FAQ refere-se ao Bacharelado em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília, oferecido no Campus Darcy Ribeiro. As perguntas foram organizadas a partir de dúvidas recorrentes recebidas pela coordenação, sem reprodução de casos individuais.
Prazos, ofertas, sistemas e procedimentos podem ser alterados. Antes de realizar uma solicitação, consulte o calendário acadêmico vigente, o SIGAA e a orientação da unidade responsável. Em caso de divergência, prevalecem as normas da Universidade e as decisões das instâncias competentes.
Contato e orientação inicial
1. A qual curso este FAQ se refere?
Ao Bacharelado em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB, oferecido no Campus Darcy Ribeiro, em Brasília.
2. Devo procurar a coordenação da FS ou da FCTS?
Verifique no SIGAA o campus e a unidade aos quais seu vínculo acadêmico pertence. Este FAQ refere-se ao curso da Faculdade de Ciências da Saúde, no Campus Darcy Ribeiro. Estudantes vinculados a outro campus devem procurar a respectiva coordenação.
3. Quais dados devo informar ao fazer uma solicitação à coordenação?
Informe nome completo, número de matrícula, código e nome do componente curricular, turma, descrição objetiva da solicitação e número do processo SEI, quando houver. Anexe somente os documentos necessários à análise. Sempre que possível, mantenha a comunicação na mesma conversa de e-mail.
4. Onde verifico os prazos acadêmicos?
No calendário acadêmico da graduação e nos avisos institucionais do SIGAA. A coordenação não pode alterar os prazos definidos institucionalmente.
Matrícula em componentes curriculares
5. Quais são as etapas de matrícula?
A Resolução CEG nº 0003/2021 estabelece matrícula e rematrícula como as duas etapas de solicitação e processamento. Depois delas, as vagas remanescentes são disponibilizadas na matrícula extraordinária, que ocorre por matrícula direta, conforme o calendário. Excetuadas as modalidades de ingresso com procedimento próprio, os ingressantes regulares são matriculados automaticamente pela Universidade nos componentes do primeiro semestre do curso.
6. A coordenação pode realizar matrícula diretamente?
Somente nas hipóteses em que isso é atribuição da coordenação. É o caso, por exemplo, de componentes que não permitem solicitação on-line e de determinadas situações de ingressantes por transferência ou portador de diploma. Matrículas fora dos períodos regulares não são livremente autorizadas pela coordenação. A Resolução CEG nº 0003/2021 prevê tratamento próprio para estágio, TCC, componentes de orientação individual e situações excepcionais devidamente justificadas e autorizadas pelo DEG.
7. O que fazer quando o SIGAA recusa minha matrícula?
Leia primeiro a justificativa apresentada pelo sistema. Verifique pré-requisito, existência de vaga, choque de horário, carga horária, equivalência ou outro impedimento informado. Se a causa não estiver clara, encaminhe à coordenação o código da turma e a mensagem de erro.
8. A coordenação do meu curso pode garantir vaga em componente oferecido por outro departamento?
Não. A oferta e as vagas são administradas pela unidade responsável pelo componente. A coordenação do curso pode acompanhar necessidades curriculares e dialogar com outras unidades, mas isso não garante matrícula individual.
9. Por que componentes com conteúdos semelhantes não aparecem como equivalentes?
10. Como funciona a matrícula em TCC?
Componentes cadastrados como atividades de orientação individual podem ser matriculados pela coordenação segundo o calendário e a configuração do SIGAA. No TCC, é necessário observar também as regras do curso sobre orientação e vínculo com o docente orientador.
11. Fui reintegrado ou ingressei recentemente e ainda não acesso o SIGAA. O que fazer?
O vínculo acadêmico precisa estar processado pela SAA. Se o registro ainda não estiver ativo, acompanhe a situação junto à SAA e informe à coordenação caso exista prazo acadêmico próximo.
12. Como funciona a matrícula como aluno especial?
Aluno especial cursa disciplinas isoladas e não cria vínculo com um curso regular da UnB. A matrícula depende de admissão, existência de vaga após o atendimento aos estudantes regulares e das condições previstas na Resolução CEPE nº 123/2002. A SAA mantém as orientações operacionais atualizadas para essa modalidade.
TCC e orientação
13. É obrigatório ter orientador para desenvolver o TCC?
Sim. O regulamento do TCC do curso prevê orientação por docente da UnB e admite coorientação externa nas condições estabelecidas no PPC.
14. O que fazer se ainda não encontrei orientador?
Consulte as áreas de atuação dos docentes e procure aqueles cuja atuação esteja relacionada ao tema pretendido. A coordenação pode orientar essa aproximação, mas a orientação depende da disponibilidade e da concordância do docente.
15. A coordenação pode garantir antecipadamente que concluirei o TCC no semestre?
Não. A conclusão depende de matrícula, orientação, desenvolvimento do trabalho, cumprimento das exigências do componente e aprovação.
16. Preciso me afastar das atividades acadêmicas por motivo de saúde. O que acontece com o TCC?
A situação deve ser comunicada ao orientador e formalizada pelo procedimento acadêmico adequado. Exercícios domiciliares não são concedidos automaticamente: dependem do enquadramento na Resolução CEPE nº 0189/2025 e da compatibilidade acadêmica do componente. A norma proíbe expressamente exercícios domiciliares para estágios e atividades práticas incompatíveis com esse regime.
17. Posso trocar de orientador ou continuar um trabalho já iniciado?
A mudança deve ser acertada com os docentes envolvidos e registrada conforme o procedimento do curso. A continuidade do trabalho depende da concordância do novo orientador e da adequação acadêmica da proposta.
Integralização, ENADE, colação e diploma
18. Como verifico o que ainda falta para concluir o curso?
Consulte o histórico e o relatório de integralização no SIGAA, observando todos os requisitos da estrutura curricular à qual você está vinculado, além da situação perante o ENADE. Em caso de divergência ou dúvida de interpretação, solicite conferência à coordenação.
19. Posso colar grau se ainda faltar uma pequena carga horária?
Não enquanto houver requisito curricular obrigatório pendente. A conclusão exige a integralização da estrutura curricular aplicável ao estudante.
20. O que significa ter pendência no ENADE?
O ENADE integra os requisitos acadêmicos previstos para os estudantes abrangidos pelo ciclo correspondente. A situação deve ser acompanhada pelo SIGAA, pelo DEG e pela coordenação, pois as obrigações variam conforme o ciclo de avaliação.
21. A colação simplificada tem validade diferente da colação regular?
Não quanto à outorga do grau. O que muda é o procedimento. Em ambas, todos os requisitos acadêmicos e administrativos para a conclusão devem estar cumpridos.
22. O que devo conferir antes da colação?
Confira a integralização curricular, a regularidade perante o ENADE, a documentação acadêmica exigida, sua situação no SIGAA e as orientações específicas da Faculdade e da SAA.
23. Como receberei meu diploma?
A UnB utiliza diploma digital. Após a conclusão dos procedimentos de colação, registro e emissão, o diploma pode ser acessado pelo SIGAA, no Portal Discente. A SAA mantém as orientações atualizadas sobre esse procedimento.
Aproveitamento, equivalência e atividades complementares
24. Como solicitar aproveitamento de estudos?
O estudante ativo pode solicitar aproveitamento por peticionamento eletrônico, apresentando a documentação necessária para comprovar os componentes cursados anteriormente. A análise segue a Resolução CEPE nº 0123/2023 e a Instrução Normativa CEG nº 0002/2023 e envolve avaliação acadêmica e decisão do Colegiado quando cabível.
25. Posso solicitar o aproveitamento de mais de um componente?
Siga o formulário e o manual vigentes da SAA. Quando a solicitação envolver vários componentes, identifique claramente cada componente cursado e a correspondência pretendida na UnB, apresentando a documentação acadêmica correspondente.
26. Como registrar atividades complementares?
Siga o Regulamento de Atividades Complementares do curso e o prazo previsto no Calendário Acadêmico. A solicitação deve ser encaminhada à Unidade Acadêmica pelo procedimento vigente divulgado para o período.
27. Optativas, módulo livre e atividades complementares são a mesma coisa?
Não. São formas distintas de integralização curricular e possuem regras e limites próprios. O Regimento Geral distingue os componentes integrantes do currículo e o Módulo Livre, enquanto o PPC regulamenta separadamente as atividades complementares.
28. Meu processo está parado. O que fazer?
Consulte o andamento do processo no SEI. Verifique em qual unidade ele se encontra antes de solicitar informações. Ao entrar em contato, informe o número completo do processo.
Trancamento, frequência, exercícios domiciliares e menções
29. Qual é a diferença entre trancamento regular e trancamento justificado?
O trancamento regular segue os procedimentos e prazos do calendário acadêmico. O trancamento justificado é destinado às situações previstas na regulamentação e exige justificativa e documentação. A SAA identifica a Resolução CEPE nº 93/2018 como norma de trancamentos e mantém os formulários e procedimentos atualizados.
30. Trabalho, distância da Universidade ou dificuldades de transporte justificam faltas automaticamente?
Não. O PPC registra exigência mínima de 75% de frequência nos componentes curriculares. Situações que ensejem regime acadêmico específico devem estar previstas em norma e ser formalmente solicitadas.
31. Como solicitar exercícios domiciliares?
O procedimento é regulamentado pela Resolução CEPE nº 0189/2025. O pedido deve ser formalizado com a documentação exigida e não produz efeitos retroativos. Em regra, afastamentos inferiores a 30 dias não geram o regime, salvo a exceção prevista na própria norma. Estágio, atividades práticas, laboratoriais, extensionistas ou outras incompatíveis com realização domiciliar não podem ser substituídas por exercícios domiciliares.
32. Como solicitar revisão de menção final?
A revisão deve ser solicitada à Unidade Acadêmica responsável pelo componente, dentro do prazo previsto no calendário. A SAA identifica a Resolução CEPE nº 006/1986 como norma aplicável à revisão de menção. O Manual da Coordenação também registra a possibilidade de recursos às instâncias superiores, observada a ordem institucional.
33. Enviar um atestado por e-mail formaliza um pedido acadêmico?
Não, por si só. A solicitação deve ser feita pelo procedimento institucional correspondente. Documentos de saúde devem ser encaminhados apenas aos setores e às pessoas necessários à análise do pedido.
34. Como solicitar reintegração ao curso?
A Resolução CEG nº 001/2023 determina que a solicitação seja feita por peticionamento eletrônico à SAA e pode ser apresentada a qualquer tempo. A reintegração somente ocorre para o último vínculo ou curso e na estrutura curricular mais atual. Não podem solicitar reintegração estudantes desligados por infração disciplinar ou por desligamento voluntário. A decisão cabe ao Colegiado do curso nas condições previstas na norma.
Estágio e monitoria
35. Como formalizar um estágio?
Utilize o módulo de estágio do SIGAA e siga as orientações do responsável pelo estágio no curso e do DEG. A regulamentação institucional é a Resolução CEPE nº 0104/2021, além da Lei nº 11.788/2008 e do regulamento de estágio do próprio curso.
36. Como ajustar, encerrar ou solicitar aproveitamento relacionado a estágio?
Alterações contratuais e encerramentos devem seguir o módulo de estágio e os documentos institucionais aplicáveis. Eventual aproveitamento acadêmico não é automático. A Resolução CEPE nº 0123/2023 determina manifestação favorável do Colegiado para aproveitamento de componentes de estágio.
37. Como participar de monitoria?
A seleção ocorre na Unidade Acadêmica, conforme os critérios e prazos divulgados. A atividade é regida pela Resolução CEPE nº 008/1990 e registrada no SIGAA como Atividade Integradora de Formação, com 30 horas e natureza eletiva. O DEG mantém as orientações operacionais e os prazos de cada semestre.
38. Fui selecionado para monitoria, mas o registro ou a bolsa não apareceu. O que fazer?
Procure a unidade responsável pela monitoria e informe matrícula, semestre, componente, docente responsável e modalidade da atividade. A seleção deve ser acompanhada do registro acadêmico correspondente. Questões relativas à bolsa dependem também dos procedimentos administrativos e do edital vigente.
SIGAA, documentos e dados acadêmicos
39. Onde encontro meu número de matrícula?
No Portal Discente e nos documentos acadêmicos emitidos pelo SIGAA. Ingressantes precisam aguardar a criação do vínculo pela SAA.
40. Como emitir declaração de vínculo?
Os estudantes podem emitir documentos acadêmicos diretamente pelo Portal Discente do SIGAA. A SAA informa que estudantes regulares e também estudantes desligados, conforme a situação e a época do vínculo, possuem serviços digitais de emissão de documentos.
41. Como solicitar documentos acadêmicos antigos?
Se o documento não estiver disponível no SIGAA, consulte os canais da SAA para solicitar registros acadêmicos antigos.
42. Como alterar meus dados ou registrar nome social?
Alterações no cadastro acadêmico central são processadas pela SAA. Para nome social, a norma institucional indicada pela SAA é a Resolução CAD nº 0054/2017, e existe formulário específico para solicitação.
43. O que fazer se não conseguir acessar o SIGAA?
Verifique primeiro se o vínculo acadêmico está ativo e utilize os procedimentos de recuperação de acesso. Se o problema impedir uma atividade com prazo próximo, registre a ocorrência no suporte institucional e comunique a unidade responsável pelo procedimento.
Desligamento, retorno e mudança de vínculo
44. Como solicitar o desligamento voluntário do curso?
A solicitação é realizada por peticionamento eletrônico, no processo destinado a desligamento voluntário. É importante saber que, conforme a Resolução CEG nº 001/2023, quem solicita espontaneamente o desligamento não pode posteriormente solicitar reintegração.
45. Como retornar depois de trancar o semestre?
O trancamento não corresponde ao desligamento do curso. Verifique a situação do vínculo no SIGAA e participe das etapas de matrícula do período seguinte, observando o calendário acadêmico.
46. Como alterar curso, vínculo ou cadastro acadêmico?
Essas alterações seguem procedimentos próprios da SAA e, quando aplicável, das instâncias acadêmicas competentes. A coordenação pode orientar e instruir processos relacionados ao curso, mas não altera diretamente o cadastro acadêmico central.
Declarações e comprovações
47. Como comprovar que sou provável formando ou que concluí o curso?
Consulte o histórico e sua situação acadêmica no SIGAA. Se uma instituição ou edital exigir declaração específica, verifique primeiro se os documentos emitidos pelo sistema atendem à exigência; caso contrário, solicite orientação à SAA ou à secretaria do curso.
48. O que fazer se houver pendência na ata de colação ou no diploma?
Procure a secretaria e a SAA, informando matrícula, data da colação e a pendência identificada. A emissão e o registro dos diplomas são atribuições da SAA.
49. Como comprovar que fui monitor?
O próprio histórico escolar pode comprovar a monitoria registrada. O SIGAA também permite emitir a Declaração de Orientação de Atividade Orientada. Quando esses documentos não atenderem à finalidade específica, a declaração deve ser solicitada à Unidade Acadêmica responsável pela monitoria.
Estágio e acesso digital
50. Como renovar um estágio não obrigatório?
A renovação deve ser formalizada antes do término da vigência mediante o procedimento e os documentos aplicáveis, como termo aditivo. Termos aditivos, rescisões e demais documentos de estágio são tratados no módulo de estágio do SIGAA, conforme a Resolução CEPE nº 0104/2021 e as orientações do DEG.
51. Como resolver problemas no e-mail institucional, Microsoft 365, Teams ou Aprender 3?
Confirme se seu vínculo acadêmico está ativo e identifique qual serviço apresenta o problema. A SAA informa que o e-mail acadêmico e o Microsoft 365 dependem da ativação do vínculo e das credenciais institucionais. Para a graduação presencial, o ambiente virtual é o Aprender 3, e não o Aprender 2. Questões do Aprender 3 devem ser encaminhadas ao CEAD.
Situações temporárias
52. Onde acompanhar greve, mudança de calendário ou alteração excepcional da oferta?
Acompanhe os canais oficiais da UnB, o calendário acadêmico, o SIGAA, a Faculdade de Ciências da Saúde e os comunicados da coordenação e dos docentes.
Antes de entrar em contato com a coordenação
Antes de enviar uma solicitação, consulte o SIGAA e o calendário acadêmico, identifique a unidade responsável pelo assunto e reúna os dados necessários. Quando a questão envolver componente curricular, informe matrícula, código, nome e turma. Quando houver processo administrativo, informe também o número do SEI.
Links úteis
O canal geral da coordenação, inclusive para orientação inicial sobre estágio, TCC e atividades complementares, é marcus.silva@unb.br. O contato complementar do Departamento de Saúde Coletiva é dsc@unb.br. Procedimentos e prazos devem ser conferidos no regulamento aplicável, no calendário acadêmico e nas orientações publicadas para o semestre.
Corpo docente e mediação pedagógica
Corpo docente
O Bacharelado em Saúde Coletiva conta com docentes de diferentes formações e áreas de atuação, em consonância com o caráter interdisciplinar e multiprofissional da Saúde Coletiva.
O Projeto Político-Pedagógico do Curso destaca formações relacionadas às Ciências Sociais e Humanas, Ciências Políticas, Informação e Comunicação, Educação, áreas biomédicas e outros campos de interface com a saúde. Essa diversidade contribui para integrar diferentes perspectivas na formação do sanitarista.
Docência e processo de aprendizagem
A proposta pedagógica do curso compreende o estudante como sujeito ativo da aprendizagem e o professor como facilitador e mediador do processo de ensino-aprendizagem.
O PPC valoriza estratégias que favoreçam autonomia, reflexão crítica, resolução de problemas, integração entre teoria e prática e articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
A atuação docente também se relaciona às atividades desenvolvidas em comunidades, serviços, territórios e outros cenários de prática, contribuindo para a integração entre Universidade, serviços de saúde e sociedade.
Nos componentes curriculares, o docente responsável conduz o planejamento acadêmico e apresenta objetivos, conteúdos, cronograma, referências, atividades e critérios de avaliação, conforme o projeto pedagógico e as normas acadêmicas aplicáveis.
Mediação pedagógica
O Bacharelado em Saúde Coletiva é presencial. A mediação pedagógica dos componentes curriculares é realizada pelos docentes responsáveis.
Tecnologias digitais e ambientes virtuais podem apoiar as atividades acadêmicas conforme o planejamento de cada componente, sem alterar, por si só, a modalidade presencial do curso. Informações sobre os ambientes institucionais estão disponíveis na seção Tecnologias e aprendizagem digital.
Formação e desenvolvimento docente
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Saúde Coletiva, instituídas pela Resolução CNE/CES nº 2/2022, determinam que o curso desenvolva permanentemente um Programa de Formação e Desenvolvimento da Docência em Saúde Coletiva, voltado à valorização do trabalho docente na graduação, ao envolvimento dos professores com o curso e à aproximação com comunidades, cidades, regiões de saúde e redes de gestão e atenção do SUS.
O PPC do curso prevê uma Semana Pedagógica semestral destinada à formação e à reflexão docente. O Regulamento do NDE também atribui ao Núcleo Docente Estruturante a função de contribuir para a formação pedagógica permanente do corpo docente.
As atividades de desenvolvimento docente devem acompanhar o processo de avaliação e aperfeiçoamento do curso e as exigências acadêmicas estabelecidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais.
PPC em revisão. A revisão em curso contempla a formalização do atendimento à exigência de formação e desenvolvimento permanentes da docência em Saúde Coletiva, com definição de objetivos, responsabilidades, periodicidade, atividades e formas de acompanhamento.
Avaliação e aperfeiçoamento do ensino
A avaliação do ensino integra o processo de acompanhamento e aperfeiçoamento do curso. O PPC prevê participação de estudantes, docentes e coordenação em processos de avaliação e em espaços de reflexão sobre questões didático-pedagógicas.
Os resultados das avaliações devem ser apresentados de forma agregada, preservando a identidade dos participantes. Os dados e resultados do ciclo de autoavaliação de 2026/1 estão disponíveis na seção Gestão, avaliação e melhoria do curso.
Docentes, pesquisa e extensão
Além das atividades de ensino, os docentes podem desenvolver pesquisa, extensão, orientação de estudantes, iniciação científica, monitoria, TCC e outras atividades acadêmicas relacionadas à Saúde Coletiva.
A participação dos estudantes depende dos projetos, editais, critérios de seleção e oportunidades existentes em cada período. Linhas de pesquisa, produção acadêmica e possibilidades de orientação podem ser consultadas nos perfis institucionais dos docentes e nos canais acadêmicos correspondentes.
Coordenação do curso
Coordenação
A Coordenação do Bacharelado em Saúde Coletiva é exercida pelo professor Marcus Tolentino Silva, do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde. Sua designação foi formalizada pela Portaria nº 493, de 12 de março de 2026, publicada no Diário Oficial da União de 13 de março de 2026, Seção 2, página 30. A identificação da coordenação também consta no SIGAA institucional, que disponibiliza o perfil institucional do coordenador.
Atribuições
Nos termos dos arts. 91 e 92 do Regimento Geral da Universidade de Brasília, cabe ao coordenador gerenciar as atividades do curso e representá-lo perante o Colegiado e as demais instâncias internas pertinentes. Na gestão acadêmica cotidiana, a coordenação acompanha o percurso dos estudantes, participa do planejamento da oferta de componentes, atua nos procedimentos de matrícula de sua competência, acompanha processos acadêmicos, mantém comunicação com estudantes e docentes e articula demandas com outras unidades e órgãos da Universidade. Essas funções também são detalhadas no Manual da Coordenação de Graduação da UnB.
A atuação da coordenação não substitui as deliberações das instâncias colegiadas. De acordo com o art. 78 do Regimento Geral da UnB, a coordenação didático-científica de cada curso regular cabe ao respectivo Colegiado de Curso. Assim, alterações curriculares e outras matérias sujeitas à decisão colegiada são apreciadas pelas instâncias competentes.
Contato e atendimento
O atendimento ocorre na Faculdade de Ciências da Saúde, sala AT 103/33, Campus Darcy Ribeiro. O e-mail da coordenação é marcus.silva@unb.br e os telefones institucionais registrados são (61) 3107-1951/1952. Como contato complementar do Departamento de Saúde Coletiva e de sua secretaria, utiliza-se dsc@unb.br. Horários de atendimento presencial ou por reunião devem ser confirmados previamente pelos canais institucionais.
Gestão colegiada
A coordenação atua de forma articulada com o Colegiado e com o Núcleo Docente Estruturante -- NDE. O Colegiado exerce as competências deliberativas que lhe são atribuídas pelas normas da Universidade, enquanto o NDE acompanha o desenvolvimento do projeto pedagógico e formula propostas para seu aperfeiçoamento.
NDE e instâncias colegiadas
Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante -- NDE acompanha o desenvolvimento acadêmico do Bacharelado em Saúde Coletiva. Criado em 8 de abril de 2014, teve seu regulamento aprovado em 2 de março de 2015 e incorporado ao Projeto Político-Pedagógico do Curso.
De acordo com seu regulamento, o NDE possui caráter consultivo e propositivo e é responsável pela consolidação, acompanhamento, avaliação, revisão e atualização contínua do PPC. Entre suas atribuições estão acompanhar a implementação do projeto pedagógico, assessorar em propostas de alterações curriculares, contribuir para a consolidação do perfil do egresso, apoiar estratégias de permanência estudantil e formação pedagógica docente, fortalecer a interdisciplinaridade e contribuir para a definição dos cenários de prática.
Composição e funcionamento do NDE
O regulamento prevê composição de oito docentes permanentes do Departamento de Saúde Coletiva, incluindo o coordenador do curso e o coordenador de estágio, com representação das áreas de Epidemiologia, Ciências Sociais e Humanas e Política, Planejamento e Gestão.
Os representantes docentes são indicados pelo Colegiado do Departamento para mandato de três anos, com possibilidade de recondução. A presidência é escolhida entre os próprios integrantes por maioria simples. O NDE deve realizar reunião ordinária mensal e pode reunir-se extraordinariamente quando convocado. As decisões são tomadas por maioria simples, com quórum mínimo de cinco membros.
A relação nominal dos membros, a presidência e os mandatos devem ser apresentados apenas a partir dos atos institucionais vigentes.
NDE e decisões acadêmicas
O NDE analisa, acompanha e formula propostas, mas não substitui as instâncias colegiadas que possuem competência deliberativa.
O Regimento Geral da UnB, em seu art. 31, atribui ao Colegiado de Curso competências como propor o currículo e suas alterações, propor a criação ou extinção de componentes, aprovar programas, aprovar listas de oferta, zelar pela qualidade do ensino, coordenar a avaliação interna e decidir ou opinar sobre outras matérias relacionadas ao curso.
Essa distinção é importante para o site: o NDE acompanha e propõe o aperfeiçoamento do PPC; as decisões que exigem aprovação formal seguem para as instâncias colegiadas competentes.
Instâncias colegiadas na Faculdade e no Departamento
Na Faculdade de Ciências da Saúde funciona o Colegiado dos Cursos de Graduação da FS, que participa da apreciação de matérias acadêmicas e curriculares dos cursos da Faculdade. O próprio PPC do Bacharelado registra diversas alterações curriculares que tramitaram por essa instância.
O Colegiado do Departamento de Saúde Coletiva também integra essa organização. O Regimento Geral estabelece que o Colegiado de Departamento é instância deliberativa sobre políticas, estratégias e rotinas acadêmicas e administrativas do Departamento, com competências relacionadas ao ensino, à pesquisa, à extensão e ao funcionamento acadêmico.
Assim, a instância responsável por cada decisão depende da natureza da matéria e do fluxo institucional aplicável.
Participação estudantil
A participação discente integra a organização colegiada da Universidade. O Regimento Geral prevê representação de estudantes nos colegiados nas condições definidas pelas normas institucionais, inclusive nos Colegiados de Departamento.
A composição vigente e os representantes estudantis devem ser consultados nos atos e canais institucionais atualizados da Faculdade, do Departamento e da representação discente.
Reuniões, atas e decisões
Calendários, atas, extratos e decisões que tenham divulgação pública devem ser consultados nos canais institucionais da Faculdade de Ciências da Saúde e do Departamento de Saúde Coletiva.
Preceptoria e formação nos cenários de prática
Preceptoria
A preceptoria integra o acompanhamento dos estudantes nos cenários de estágio e contribui para a articulação entre a formação acadêmica e as experiências concretas de trabalho em Saúde Coletiva.
No Regulamento de Estágio Obrigatório do curso, os preceptores são profissionais vinculados aos serviços e instituições em que as atividades são desenvolvidas. Os campos de estágio devem contar com profissional qualificado para exercer essa função e oferecer condições adequadas para experiências concretas de trabalho.
O preceptor participa do acompanhamento das atividades desenvolvidas no campo, da execução do Plano de Atividades e da avaliação do desempenho do estudante, em articulação com o professor orientador.
Professor orientador e preceptor
O professor orientador é o docente da Universidade responsável pelo acompanhamento acadêmico do estágio. O preceptor acompanha o estudante no cotidiano do cenário de prática.
Essa atuação articulada permite relacionar os objetivos acadêmicos do estágio às atividades desenvolvidas no serviço e favorece a integração entre Universidade, profissionais, estudantes e cenários de prática.
A avaliação do estágio é realizada de forma sistemática pelo professor orientador e pelos preceptores. O regulamento considera aspectos como atitude ética e profissional, conhecimentos e habilidades, cumprimento do Plano de Atividades, portfólio e produtos desenvolvidos pelo estudante.
Formação dos profissionais dos cenários de prática
A Resolução CNE/CES nº 2/2022, art. 25, estabelece que os cursos de graduação em Saúde Coletiva devem desenvolver ou fomentar um Programa de Formação e Desenvolvimento dos Profissionais do Sistema Único de Saúde, com o objetivo de contribuir para a melhoria do processo de ensino--aprendizagem nos cenários de prática e para a qualidade da gestão e da atenção à saúde.
Essa diretriz está relacionada ao princípio da educação permanente em saúde e à integração entre Universidade, serviços e profissionais envolvidos na formação dos estudantes.
As ações de formação e desenvolvimento podem ser realizadas em articulação entre o curso, a Universidade e os serviços do SUS, de acordo com as necessidades dos cenários de prática e com a organização acadêmica e institucional correspondente.
PPC em revisão. A revisão em curso contempla a formalização do atendimento à formação dos profissionais dos cenários de prática e o detalhamento das atribuições e da articulação entre professor orientador, preceptor e eventual supervisor. A nova organização somente será apresentada como vigente após aprovação institucional.
Integração ensino--serviço
A participação dos profissionais dos serviços na formação favorece a aproximação entre conhecimentos acadêmicos e processos reais de trabalho. Também contribui para a reflexão compartilhada sobre necessidades de saúde, organização dos serviços, gestão, atenção, educação e avaliação em Saúde Coletiva.
As Diretrizes Curriculares Nacionais reforçam a educação permanente e a responsabilidade compartilhada pela formação dos atuais e futuros profissionais da saúde, incluindo vivências e estágios no SUS.
Gestão, avaliação e melhoria do curso
Avaliação como processo contínuo
O acompanhamento e a avaliação do Bacharelado em Saúde Coletiva integram a gestão acadêmica do curso e contribuem para identificar avanços, dificuldades e oportunidades de aperfeiçoamento da formação.
O Projeto Político-Pedagógico do Curso estabelece um processo de avaliação contínuo, sistemático, flexível, aberto e de caráter formativo. A avaliação considera a implementação do currículo, a gestão acadêmica e administrativa, o trabalho docente e técnico-administrativo, a infraestrutura e as políticas de ensino, pesquisa, extensão e apoio aos estudantes.
Os resultados da avaliação devem subsidiar reflexão, planejamento, tomada de decisão e acompanhamento das melhorias adotadas.
Responsabilidades
O acompanhamento do PPC envolve o Núcleo Docente Estruturante -- NDE e as instâncias colegiadas competentes.
O NDE acompanha, avalia e formula propostas de atualização e aperfeiçoamento do projeto pedagógico. Alterações curriculares e outras matérias que dependam de decisão formal são apreciadas pelas instâncias colegiadas competentes.
A avaliação do curso também se articula aos processos institucionais da Universidade de Brasília, coordenados pela Comissão Própria de Avaliação -- CPA. O PDI UnB 2023--2028 estabelece que a CPA coordena os processos internos de avaliação institucional e elabora o Relatório de Autoavaliação Institucional.
Participação da comunidade acadêmica
O PPC prevê que o processo avaliativo considere a participação de estudantes, docentes, servidores técnico-administrativos, gestores e egressos, além dos resultados das avaliações externas.
A participação da comunidade permite analisar diferentes dimensões da experiência acadêmica, como currículo, ensino e aprendizagem, carga acadêmica, comunicação, infraestrutura, apoio e organização do curso.
Os resultados devem ser tratados de forma agregada, com preservação dos dados pessoais e da identidade dos participantes.
Semana Pedagógica e Conselho de Classe
O PPC prevê, semestralmente, uma Semana Pedagógica, destinada à formação e à reflexão docente, e um Conselho de Classe, voltado à avaliação das atividades de ensino.
O Conselho de Classe prevê participação de estudantes, professores e coordenação para discussão de questões didático-pedagógicas e aperfeiçoamento dos processos de ensino e aprendizagem. O PPC prevê a utilização de dados, instrumentos de avaliação, seminários, relatos e outras informações para apoiar diagnóstico, análise, reflexão e tomada de decisão.
Autoavaliação 2026/1
O Relatório de Autoavaliação da Experiência Discente e Docente 2026/1 -- Saúde Coletiva FS/UnB, produzido em 6 de agosto de 2026, reuniu respostas de 93 estudantes e 19 docentes. Os resultados foram apresentados de forma agregada e com medidas de proteção da identidade dos participantes.
Entre os aspectos avaliados, a contribuição das atividades para a aprendizagem obteve média 8,8 tanto entre estudantes quanto entre docentes. O ambiente respeitoso e colaborativo recebeu médias 9,5 entre estudantes e 9,1 entre docentes.
A compatibilidade da carga acadêmica com o tempo disponível apresentou médias 7,5 entre estudantes e 6,9 entre docentes, enquanto ambientes, recursos e apoios receberam médias 8,4 e 7,6, respectivamente.
Esses resultados representam a percepção das pessoas que participaram da pesquisa e não devem ser interpretados como representação estatística de toda a comunidade do curso. O relatório também registra limitações quanto à comparabilidade de alguns itens e à análise das respostas qualitativas.
Da avaliação à melhoria
Os resultados das avaliações devem subsidiar a análise e o planejamento acadêmico pelas instâncias responsáveis pelo curso.
O PDI UnB 2023--2028 estabelece que a autoavaliação institucional deve contemplar não apenas os resultados obtidos, mas também sugestões de melhoria e o acompanhamento das melhorias anteriormente propostas.
As decisões e ações decorrentes das avaliações devem ser registradas pelas instâncias competentes e acompanhadas ao longo dos ciclos seguintes, permitindo verificar os encaminhamentos adotados e seus resultados.
Avaliação institucional
A CPA, a avaliação institucional e as avaliações externas complementam a avaliação produzida pelo próprio curso.
Transparência
Os relatórios públicos devem identificar período, metodologia, participantes e limitações e preservar dados pessoais e situações que permitam a identificação dos respondentes.
O relatório de 2026/1 deve ser disponibilizado integralmente na seção ``Documentos, indicadores e transparência'', enquanto esta seção apresenta sua síntese e explica o processo de avaliação do curso.
Documentos, indicadores e transparência
Consulte os principais documentos acadêmicos, atos regulatórios, normas institucionais e relatórios públicos de avaliação do Bacharelado em Saúde Coletiva.
Documentos do curso
Versão 2/2017 | Documento de referência do curso | Faculdade de Ciências da Saúde -- UnB
O PPC apresenta a concepção da formação, a organização curricular e os regulamentos de Atividades Complementares, Trabalho de Conclusão de Curso, Estágio Obrigatório e Núcleo Docente Estruturante. O documento registra carga horária de 3.225 horas e 215 créditos.
Estrutura de referência 7161/1 | Criada em 2020 | Consulta acadêmica atualizada
Consulte no SIGAA os componentes curriculares, códigos, cargas horárias, requisitos e equivalências. Para matrícula, integralização e conclusão do curso, cada estudante deve observar a estrutura curricular vinculada ao próprio registro acadêmico.
Regulação do curso
Resolução CONSUNI nº 14/2011
Autorização institucional do curso | 30 de agosto de 2011 | Universidade de Brasília
O ato aprovou o projeto e autorizou institucionalmente a criação do curso.
564ª Reunião do CEPE
Mudança de denominação para Saúde Coletiva | 18 de agosto de 2016 | Universidade de Brasília
Portaria SERES/MEC nº 1.110/2017
Reconhecimento federal do curso | 25 de outubro de 2017 | Ministério da Educação
A autorização institucional de 2011 e o reconhecimento federal de 2017 são atos distintos.
Normas institucionais e nacionais
Normas gerais de organização e funcionamento acadêmico da UnB
Planejamento, políticas e objetivos institucionais | Vigência 2023--2028
Princípios e diretrizes acadêmicas e pedagógicas da Universidade de Brasília
Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Saúde Coletiva | 14 de outubro de 2022
Avaliação do curso
Relatório de Autoavaliação da Experiência Discente e Docente 2026/1 -- Saúde Coletiva FS/UnB
Período 2026/1 | Gerado em 6 de agosto de 2026 | 93 estudantes e 19 docentes
O relatório apresenta os resultados agregados da primeira autoavaliação específica publicada nesta área. A amostra corresponde às pessoas participantes e não representa necessariamente toda a comunidade do curso.
Para proteger a identidade dos participantes, foram descartados identificadores, omitidas categorias com poucas respostas e excluídos comentários literais. A análise dos resultados e sua relação com o processo de melhoria acadêmica estão na seção Gestão, avaliação e melhoria do curso.
Os próximos relatórios serão organizados por período, formando uma série histórica sempre que os dados forem metodologicamente comparáveis.
Transparência e proteção de dados
Esta biblioteca reúne documentos de acesso público e resultados apresentados de forma agregada. Registros acadêmicos individuais, processos administrativos com acesso restrito e documentos que contenham dados pessoais permanecem nos sistemas e canais institucionais responsáveis.
Para consultar histórico, integralização curricular e outros dados do próprio vínculo acadêmico, acesse o SIGAA.
Ensino, pesquisa, extensão e inovação
Integração acadêmica
O Bacharelado em Saúde Coletiva articula ensino, pesquisa e extensão ao longo da formação. O Projeto Político-Pedagógico do Curso valoriza a aproximação entre conhecimento acadêmico, realidade social, serviços, territórios e necessidades de saúde e prevê a participação dos estudantes em atividades de pesquisa, extensão, monitoria, produção científica e outras experiências acadêmicas.
As Diretrizes Curriculares Nacionais também incluem pesquisa, ciência, tecnologia e inovação em saúde entre os conteúdos fundamentais da formação em Saúde Coletiva.
Pesquisa e iniciação científica
Os estudantes podem participar de projetos de pesquisa desenvolvidos por docentes, grupos e outras estruturas da Universidade, conforme as oportunidades existentes, a disponibilidade de orientação e os critérios definidos para cada projeto ou edital.
A Universidade de Brasília mantém programas institucionais de iniciação científica e tecnológica, entre eles PIBIC, PIBIC-AF e PIBITI. A participação depende das condições previstas nos editais, de plano de trabalho e de orientação acadêmica.
Extensão universitária
A extensão universitária promove a interação entre Universidade e sociedade e integra formação acadêmica, produção de conhecimento e atuação junto a comunidades, territórios, serviços e instituições.
Na UnB, a inserção curricular da extensão é regulamentada pela Resolução CEPE nº 118/2020, que estabelece que pelo menos 10% da carga horária total dos cursos de graduação seja constituída por atividades de extensão integradas ao currículo. O Manual da Coordenação de Graduação destaca que essa inserção deve ocorrer para além das atividades complementares e com participação protagonista dos estudantes.
Para o curso de Saúde Coletiva, aplica-se também o art. 30 da Resolução CNE/CES nº 2/2022, segundo o qual, além do Estágio Curricular Supervisionado, pelo menos 10% da carga horária total deve envolver extensão, interação ou vivência em redes de atenção à saúde e intersetoriais, instâncias de controle social, órgãos de gestão do SUS e outros cenários de intervenção ao longo da graduação.
A identificação das atividades e componentes que contabilizam essa carga deve observar a estrutura curricular e os registros acadêmicos formalmente aprovados aplicáveis ao vínculo do estudante.
PPC em revisão. A revisão em curso contempla a formalização da inserção curricular da extensão e a identificação dos componentes, atividades e cargas horárias que atendem às exigências vigentes. Até a aprovação e o registro da nova organização, devem ser considerados apenas a estrutura e os registros acadêmicos aplicáveis a cada estudante.
Projetos e ações de extensão
As ações de extensão da Universidade são institucionalizadas no módulo de extensão do SIGAA. A Resolução CEX nº 01/2023 disciplina o cadastro, a tramitação, o registro, a avaliação e a certificação dessas ações. A certificação depende dos registros correspondentes no sistema, inclusive participação, frequência e validação do relatório final.
Estudantes podem participar de projetos, programas, cursos, eventos e outras ações de extensão conforme as oportunidades existentes e os critérios de participação.
Inovação
Pesquisa, ciência, tecnologia e inovação em saúde fazem parte dos conteúdos fundamentais estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação do sanitarista.
A inovação pode estar presente no desenvolvimento e na aplicação de métodos, tecnologias, processos, informações e soluções voltados a problemas de saúde, gestão, vigilância, promoção da saúde e organização dos serviços.
Na UnB, estudantes podem participar de atividades de iniciação tecnológica e inovação por meio do PIBITI e de outras oportunidades institucionais, conforme projetos e editais vigentes.
Monitoria e atividades complementares
A monitoria, a pesquisa, a extensão, a participação em eventos, a produção científica, o estágio não obrigatório e outras experiências previstas no Regulamento de Atividades Complementares podem contribuir para a formação acadêmica do estudante e, nas condições estabelecidas pelo regulamento, ser consideradas para integralização de atividades complementares.
O regulamento do curso prevê até 10 créditos de atividades complementares. As Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecem que essas atividades contemplem, de forma diversificada, ensino, pesquisa e extensão e correspondam a pelo menos 100 horas.
Atividades complementares, extensão curricular obrigatória e módulo livre são categorias acadêmicas distintas e não devem ser apresentadas como equivalentes.
Atalhos
Carreira, oportunidades e egressos
Atuação profissional
O bacharel em Saúde Coletiva é formado para atuar sobre problemas e necessidades de saúde de populações, sistemas, serviços e territórios. A Resolução CNE/CES nº 2/2022 organiza sua formação profissional nas áreas de Atenção à Saúde, Educação em Saúde e Gestão em Saúde, com atuação interdisciplinar e intersetorial em sistemas, programas, serviços e outros espaços sociais nos quais se desenvolvam práticas de saúde.
A atuação pode envolver análise e monitoramento da situação de saúde; vigilância e promoção da saúde; planejamento, programação, regulação, gestão e avaliação de políticas, programas, sistemas e serviços; gestão da informação; educação em saúde; desenvolvimento comunitário; pesquisa e inovação.
O PPC do curso também prevê formação para administração de unidades e serviços, gestão do trabalho, avaliação de custos, auditoria, articulação intersetorial, participação social, negociação e produção de intervenções aplicáveis aos serviços.
Profissão de sanitarista
A Lei nº 14.725, de 16 de novembro de 2023, regulamentou a profissão de sanitarista no Brasil. Entre os profissionais que podem habilitar-se para seu exercício estão os diplomados em curso de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação e classificado na área de Saúde Coletiva ou Saúde Pública.
A lei estabelece atribuições relacionadas, entre outras, à análise de situações de saúde, ao planejamento, à pesquisa, à gestão, à auditoria, à vigilância, à educação em saúde e à produção de informações científicas e tecnológicas, sem prejuízo das atribuições próprias de outras profissões regulamentadas.
O Decreto nº 12.921, de 6 de abril de 2026, regulamentou a lei e atribuiu ao Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, a competência para o registro e a fiscalização da regularidade do registro profissional. As orientações atualizadas e o acesso ao Sistema de Registro Profissional do Ministério da Saúde devem ser consultados no canal oficial do Ministério da Saúde. Por se tratar de procedimento externo à Universidade, o site do curso não deve duplicar instruções sujeitas a alteração.
Onde o sanitarista pode atuar
A legislação admite o exercício de atividades de Saúde Coletiva nas esferas pública, privada, não governamental e filantrópica. No setor público, a formação se relaciona especialmente ao SUS e pode alcançar órgãos de gestão e vigilância nos níveis federal, estadual, distrital e municipal.
Também há possibilidades de atuação em agências reguladoras, instituições de ensino e pesquisa, organizações sociais, instituições privadas relacionadas à saúde, serviços de saúde suplementar e espaços intersetoriais.
Os campos de atuação devem ser descritos como ações, sistemas, programas, serviços, organizações e espaços sociais relacionados à Saúde Coletiva. A referência genérica a ``consultórios'' não é utilizada nesta seção, pois pode induzir à interpretação de exercício clínico individual como campo característico do bacharel.
Acompanhamento dos egressos
Os egressos contribuem para avaliar a relação entre a formação oferecida pelo curso e as trajetórias profissionais posteriores. O PPC de Saúde Coletiva prevê sua participação no processo de avaliação e aperfeiçoamento da graduação.
A Universidade de Brasília mantém institucionalmente a Pesquisa de Egressos, sob responsabilidade do Decanato de Planejamento, Orçamento e Avaliação Institucional. O acompanhamento utiliza registros acadêmicos e dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) para analisar a inserção dos formados no mercado formal de trabalho.
Os indicadores disponíveis incluem ocupação, tipo de vínculo empregatício, renda e localização geográfica. O PDI UnB 2023--2028 estabelece a produção de estudos para os cursos da Universidade, e a seção institucional de avaliação permite consultar relatórios e um painel interativo de egressos por curso e ano de formação.
Como a RAIS registra vínculos formais de trabalho, seus resultados não representam todas as trajetórias profissionais. Trabalho autônomo, empreendedorismo, continuidade dos estudos, vínculos não captados pela base e outras formas de inserção devem ser considerados ao interpretar os indicadores.
Uso dos resultados
Os dados de egressos podem subsidiar a avaliação do curso, a revisão do projeto pedagógico e o planejamento acadêmico. O acompanhamento institucional deve ser utilizado em conjunto com outras evidências produzidas pelo curso, como autoavaliações, avaliações externas e informações sobre trajetória acadêmica.
Quando houver decisão ou ação de melhoria formalmente fundamentada em resultados de egressos, ela poderá ser registrada na seção Gestão, avaliação e melhoria do curso, com identificação da instância responsável e do período correspondente.
Relacionamento com egressos
Não foi localizada na documentação disponível evidência de programa permanente próprio do Bacharelado em Saúde Coletiva para cadastro de egressos, mentoria ou pesquisa periódica com empregadores. Por isso, a primeira versão do site não apresenta essas ações como serviços existentes.
Isso não impede que o curso desenvolva futuramente iniciativas complementares de relacionamento com seus ex-alunos. Quando houver ação formalizada, ela poderá ser incorporada ao site com objetivos, responsáveis e período de realização.
Oportunidades profissionais
Vagas de estágio, trabalho, bolsas, residências, pós-graduação, projetos e eventos de carreira são informações temporárias. Devem ser divulgadas em área dinâmica de oportunidades, com data, prazo, requisitos e fonte responsável, e não como lista permanente nesta seção.
A seção permanente deve direcionar também para os sistemas, editais e canais institucionais responsáveis pelas oportunidades.
Formação continuada
Após a graduação, o egresso pode seguir diferentes trajetórias de educação permanente, incluindo especializações, residências, mestrado e doutorado, conforme os requisitos dos respectivos processos seletivos.
A Faculdade de Ciências da Saúde mantém programas de pós-graduação relacionados à Saúde Coletiva. Modalidades, linhas, vagas e calendários devem ser consultados diretamente nos portais institucionais e nos editais vigentes, evitando duplicação de informações sujeitas a alteração.
Internacionalização
Internacionalização na UnB
A internacionalização amplia as possibilidades de formação acadêmica por meio da troca de conhecimentos, experiências e perspectivas entre instituições, estudantes, docentes e pesquisadores de diferentes países.
O Projeto Político-Pedagógico do curso prevê o favorecimento do intercâmbio de experiências nos âmbitos nacional e internacional e relaciona a formação em Saúde Coletiva à produção e à difusão de conhecimentos e à cooperação técnico-científica.
Na Universidade de Brasília, essas ações integram a política institucional de internacionalização. O Plano de Internacionalização da UnB 2025--2030, aprovado pela Resolução CEPE nº 146/2025, orienta ações de cooperação internacional, mobilidade acadêmica, participação em redes, internacionalização do ensino, da pesquisa e da extensão e desenvolvimento de projetos com perspectiva internacional. O plano e a resolução podem ser consultados na seção institucional da Secretaria de Assuntos Internacionais --- INT.
O PDI UnB 2023--2028 também estabelece a mobilidade e a internacionalização como políticas transversais da Universidade, envolvendo estudantes, docentes, pesquisadores e servidores.
Mobilidade acadêmica
Estudantes de graduação podem participar dos processos de mobilidade internacional promovidos pela Secretaria de Assuntos Internacionais --- INT, de acordo com os acordos vigentes, as vagas disponíveis e as condições estabelecidas nos editais.
Contrato de Estudos e aproveitamento acadêmico
Antes da mobilidade, o estudante selecionado deve elaborar, com participação da coordenação do curso, um Contrato de Estudos com as atividades que pretende realizar na instituição estrangeira e a forma prevista de aproveitamento na UnB. O contrato deve ser homologado antes da mobilidade e atualizado, com as aprovações necessárias, se houver alteração das atividades na instituição de destino.
A regulamentação assegura o aproveitamento das atividades previamente previstas no contrato homologado e concluídas com êxito. Quando não houver equivalência direta com um componente curricular, o contrato pode prever outra forma academicamente admissível de aproveitamento, inclusive como atividade complementar.
No retorno, o estudante deve solicitar o aproveitamento acadêmico conforme o procedimento da Secretaria de Administração Acadêmica, apresentando a documentação exigida, como histórico da instituição estrangeira, ementas das atividades cursadas e Contrato de Estudos. As orientações operacionais devem ser conferidas na seção de peticionamento eletrônico da SAA.
O Regulamento de Atividades Complementares incorporado ao PPC também permite considerar disciplinas afins cursadas em outras instituições, nacionais ou internacionais, mediante análise da instância responsável. Essa possibilidade deve ser distinguida do reconhecimento formal de componentes e das demais formas de aproveitamento previamente definidas no âmbito da mobilidade acadêmica institucional.
Representação de internacionalização
A Universidade mantém representantes de internacionalização nas unidades acadêmicas. O Ato da Secretaria de Assuntos Internacionais nº 1/2021, relacionado como vigente na seção de normativas da INT, identifica, para a Faculdade de Ciências da Saúde, Laila Salmen Espíndola como representante titular e Maria Cristina Soares Rodrigues como suplente.
Essa representação é da Faculdade de Ciências da Saúde e não constitui função exclusiva da graduação em Saúde Coletiva. Para planejamento de mobilidade, aproveitamento acadêmico e questões específicas da formação, o estudante deve articular-se também com a Coordenação do Curso e consultar diretamente as orientações da INT.
Saúde Internacional
O curso dispõe do componente optativo DSC0086 --- Saúde Internacional --- Tópicos Especiais em Saúde Coletiva, com carga horária de 60 horas. O PPC inclui o componente em sua matriz e relaciona seu conteúdo às interfaces entre relações internacionais e saúde, aos organismos internacionais e aos problemas de saúde que ultrapassam os contextos nacionais.
Acordos e oportunidades
A UnB mantém acordos e parcerias internacionais que podem gerar oportunidades de mobilidade para estudantes de graduação. A existência de um acordo não garante vaga em determinado semestre, e os requisitos podem variar conforme a instituição, a área acadêmica e o edital.
Não foi identificada, nas fontes consultadas, comprovação de acordo internacional, programa próprio de mobilidade ou dupla diplomação exclusivo do Bacharelado em Saúde Coletiva. Por isso, essas modalidades não são apresentadas como características específicas do curso nesta versão do site.
Bolsas
Bolsas e auxílios de mobilidade dependem dos programas e editais vigentes. O site do curso não mantém relação fixa de benefícios, valores ou critérios. Quando houver oportunidade aplicável aos estudantes de Saúde Coletiva, ela poderá ser divulgada na área de notícias ou oportunidades, com indicação de prazo e fonte institucional.
Estudantes internacionais
Indicadores
Os indicadores de mobilidade e internacionalização são acompanhados no âmbito institucional. O PDI registra resultados e metas da Universidade, mas esses números não devem ser apresentados como indicadores específicos da Saúde Coletiva.
Como não foi localizada série própria consolidada do Bacharelado, esta versão não publica números específicos de mobilidade do curso. Caso dados por curso sejam produzidos futuramente, poderão ser incorporados com período, metodologia e fonte identificados.